agosto 10th, 2006Aposta

Minha namorada propôs um desafio: Juntar 14 músicas antigas, daquelas que quando ouvimos dizemos: “Puta merda!! Isso é velho pra cacete!! Isso aí devia tocar na matinê dos bailes que meus pais freqüentavam!“, ou seja, aquelas músicas que sempre rimos e imitamos as danças da época.

Acho que depois de achar esse vídeo aqui:

Eu ganhei, eu acho.

agosto 9th, 2006Rabiscos

Até algum tempo atrás, eu me julgava capaz de escrever um texto sobre qualquer assunto que me sugerissem. Algo como um super poder jornalístico, bom, pelo menos era o que eu achava na época. E graças à isso escrevi coisas que guardo debaixo do baú onde guardo todas as coisas que não quero mais ver.

Mas é assim mesmo, não? Às vezes a gente quer escrever, outras vezes quer desenhar… Atualmente eu não quero nem uma coisa e nem outra, graças à minha licença médica, tenho investido grande parte dos meus dias no aprimoramento de minhas técnicas de não fazer nada com o mínimo de esforço possível. Ahh sim, também tenho jogado video game até a exaustão.

O problema é que os jogos estão acabando e a licença médica ainda vai durar mais uns dois meses… Se alguma alma caridosa quiser me presentar com jogos de Playstation 2, ficarei muito grato. Ué? Não tá bom não? Minha eterna gratidão, ou pelo menos até eu terminar o jogo.

Estou atrás de dois jogos:

Se não quiserem me dar o DVD mesmo, tudo bem, eu aceito o endereço de alguma fonte .torrent ou até mesmo algum servidor no E-Mule que possua o .iso.

Eu já mencionei que meu aniversário está chegando?

agosto 8th, 2006Pruuu

Pombo
E ainda dizem que pombos são animais inocentes e pacíficos

agosto 7th, 2006Playback

Existe algo mais triste do que ver um banda fazendo playback, e ver o baterista deslocado, com um pandeirinho na mão, tentando fingir que está tocando alguma coisa?

agosto 4th, 2006Frango

Na VeiaSobrevivi à gripe do frango. Mesmo contra a vontade da maldita nutricionista que cismava em tentar me contaminar. Sou um sobrevivente.

Mas deixa eu contar como começou essa história: Tive que sofrer uma cirurgia de rotina e ficar um tempo internado (aproximadamente uma semana), até aí nada de novo, mas a vida, esta sim é uma caixinha de surpresas, e numa manhã de sol, enquanto era mimado por enfermeiras que pareciam atrizes de filmes da Cicciolina, a nutricionista adentrou o quarto. Naquele exato momento raios começaram a cair lá fora, o tempo todo se fechou e uma terrível tempestade começou a cair, todos ficaram assustados e até mesmo as crianças libanesas começaram a chorar, mesmo estando tão distante daquele quarto.

Boa tarde, Sr. Vinicius“, disse a Nutricionista com uma voz mais tenebrosa do que fotos da Dercy Gonçalves nua, “O médico disse que sua dieta é livre, então gostaria de saber se o senhor tem alguma preferência…“.

Olha, eu como quase tudo, menos legumes e verduras. Também não gosto muito de frango, mas o resto é tranqüilo…“, expliquei para ela, para que não houvesse dúvidas.

Tudo bem então. Qualquer coisa e só me chamar.“, disse e saiu do quarto, que imediatamente voltou a ser um quarto normal, sem sombras espreitando pelos cantos, e até mesmo a tempestade havia terminado. As crianças libanesas ainda choravam, sabe-se lá porque…

Algum tempo depois, uma funcionária do hospital entra com o almoço. Ótimo! Estava faminto devido ao jejum feito para a cirurgia. Pedi então ajuda a uma das ninfe… Digo, enfermeiras, para poder me alimentar. Quando a tampa é levantada, a minha surpresa se torna notável: Frango com cenoura e purê de batatas!

Ora, por Deus! Eu não havia deixado claro que não comia legumes nem verduras? E que também não gostava de frango? A cena da Nutricionista me perguntando sobre minhas preferências alimentícias ficava se repetindo em minha mente, na tentativa de descobrir onde eu não havia deixado claro aquela informação.

Devido ao meu treinamento com monges budistas do sul do Afeganistão (sim, uma seita secreta da qual vocês jamais ouvirão falar), consegui manter a calma, claro que as massagens das enfermeiras também ajudaram, mas isso não vem ao caso.

Apesar de não gostar tanto de frango, fui obrigado a comer… O que eu não faço para agradar as bondosas enfermeiras que dedicavam todo o seu tempo para auxiliar na minha recuperação. Afinal, apenas um dia não me faria mal.

Mas a vida… Essa sim é uma caixinha de surpresas. No dia seguinte, frango com brócolis! Na janta, frango com batatas, no almoço do 3º dia, frango com frango, na janta canja de galinha. E assim os dias foram passando, até completar uma semana, a impressão que eu tinha era de que todo o carregamento da Ásia, que havia sido rejeitado pelo mundo, fora parar na dispensa daquele maldito hospital.

Já não conseguia nem dormir, sonhava com frangos me atacando, ovos voando por todos os lados, nem mesmo as massagens tailandesas das enfermeiras conseguiam aliviar minha mente.

Finalmente consegui sair do hospital, sem nenhuma gripe aviária (mesmo contra todas as expectativas da nutricionista), e ao chegar em casa vejo que meus pais haviam alugado um filme para que eu pudesse relaxar. O Galinho Chicken Little. Tortura? Karma? Nahh… Isso seria exagero, e essa história n?o tem NADA de exagero. Nada mesmo, podem confiar…

Ps.: Perdoem-me por qualquer erro de digitação/português, estou com preguiça de reler o que escrevi.


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