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	<title>[Spy Inc.] &#187; Cotidiano</title>
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		<title>Num bar</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 03:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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		<category><![CDATA[conto]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;Uma segunda-feira fria, tão fria quanto o mais frio dos ventos que sopravam naquela praça. Talvez ainda mais fria, com certeza mais solitária. Ele queria paz, ela queria mais, ambos não se aguentavam mais&#8230; Na mesa ao lado, uma dupla de velhos amigos debate uma crônica, que por sinal foi muito mals escrita. Um deles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;Uma segunda-feira fria, tão fria quanto o mais frio dos ventos que sopravam naquela praça. Talvez ainda mais fria, com certeza mais solitária.</p>
<p>Ele queria paz, ela queria mais, ambos não se aguentavam mais&#8230; Na mesa ao lado, uma dupla de velhos amigos debate uma crônica, que por sinal foi muito mals escrita. Um deles começa a contar um conto que escreveu, e a explicar a simbologia existente na frase &#8220;carro velho no jaca&#8221;. Bêbados são divertidos&#8230; Duas mesas à frente, duas amigas fumam e bebem sucos. Lindas e solitárias, conversam, sorriem, mas parecem vazias, em busca de algo inatingível&#8230; Fumam tragando o tempo, uma esperando que a outra traga uma novidade&#8230; Uma espera vazia, interminável, infrutífera.</p>
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		<title>Boooom diaaaa Vietnã</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 22:56:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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		<description><![CDATA[10:30 de viagem do Rio até Paris&#8230; 11:00 esperando a conexão em Paris&#8230; 14:00 de viagem até Ho Chi Minh&#8230; Bom, façam as contas. De todas essas horas de viagem, só devo ter dormido umas 6&#8230; Isso sem contar as 6 horas no aeroporto do Rio de Janeiro, tentando embarcar por conta da confusão gerada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>10:30 de viagem do Rio até Paris&#8230; 11:00 esperando a conexão em Paris&#8230; 14:00 de viagem até Ho Chi Minh&#8230; Bom, façam as contas.</p>
<p>De todas essas horas de viagem, só devo ter dormido umas 6&#8230; Isso sem contar as 6 horas no aeroporto do Rio de Janeiro, tentando embarcar por conta da confusão gerada pelo vulcão Eyjafjallajokull&#8230; Stress, cansaço, adrenalina. Você não sente fome, nem sede, quer apenas que tudo se resolva e você consiga chegar ao seu destino final sem maiores complicações&#8230; Bom, depois de embarcarmos as complicações realmente sumiram, <strong>principalmente depois de um Cabernet Sauvignon e alguns queijos franceses&#8230;</strong> Uma viagem bastante prazeirosa&#8230; Aliás, bem menos cansativa que as viagens de 2 horas que fazia pros congressos da UEE.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://farm5.static.flickr.com/4044/4546238053_cb8b27ab2e_b.jpg" rel="lightbox[1004]"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4044/4546238053_cb8b27ab2e.jpg" alt="" width="300" height="400" /></a></p>
<p>Em Paris só fomos até a Torre Eiffel e eu percebi que o<strong> inglês pode ser uma língua universal, mas só pra qualquer outro país que não seja a França</strong>. Je ne vous parle francè motherfucker!! Zilhões de camelôs na base da Torre, e muitos franceses passeando por lá também&#8230; Fomos até o topo e mermão, <strong>aquilo é alto PRA CACETE!!</strong> Um cuspe seca antes de chegar ao chão com certeza&#8230; Ou vira uma pedrinha de gelo e mata alguém, porque o frio que fazia também&#8230; 3 °C&#8230; E um vento digno de&#8230; &#8230; &#8230; Ahhh qualquer criatura mágica que tenha um bafo congelante.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://farm5.static.flickr.com/4019/4546262561_8e890cd6ff_b.jpg" rel="lightbox[1004]"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4019/4546262561_8e890cd6ff.jpg" alt="" width="300" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Abaixo vocês podem ver um pouco da visão lá do topo&#8230; Realmente muito bonito. O centro da cidade inteiro é bonito&#8230;</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://farm5.static.flickr.com/4019/4546262561_8e890cd6ff_b.jpg" rel="lightbox[1004]"></a><a href="http://farm5.static.flickr.com/4058/4546843100_b4e45a5554_b.jpg" rel="lightbox[1004]"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4058/4546843100_b4e45a5554.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a><br />
Nesse momento (<em>quando comecei a escrever esse texto</em>) ainda faltam 52 minutos para o avião descer em Bangkok, destino final de alguns passageiros deste vôo, e onde aguardaremos cerca de 1 hora para prosseguirmos até meu destino final: <strong>Saigon</strong> (<em>antigo nome de Ho Chi Minh</em>).</p>
<p>Ao meu lado, <strong>um francês que é a cara do Asterix</strong>, mas que com toda certeza do mundo está indo praticar turismo sexual com as pobres crianças de Bangkok. Cada um na sua, né? Sorte que minha barba o fez perceber que já sou velho demais, senão acho que ele teria abusado de mim enquanto eu cochilava&#8230;</p>
<p>Maldito francês explorador de criancinhas&#8230; Acabou se soltar um flato&#8230; Espero que pegue gonorréia ou qualquer outra DST bizarra dessas. Não se peida em avião pô&#8230; Falta de humanidade e respeito com o olfato alheio.</p>
<p>Ok. <strong>Eu quero uma aeromoça pra chamar de minha. Precisa nem ser japinha, mas se for ajuda&#8230; Ou francesa&#8230; Vietnamita ou Thailandesa também estão valendo&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://farm5.static.flickr.com/4053/4546239113_1a5b2e11ef_b.jpg" rel="lightbox[1004]"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4053/4546239113_1a5b2e11ef.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a><br />
</strong></p>
<p>Bom, é isso&#8230; Se der tempo, atualizo aqui de novo, mas o certo mesmo é ficar subindo as fotos pro FlickR: <a href="http://www.flickr.com/photos/spyboy" target="_blank">http://www.flickr.com/photos/spyboy</a></p>
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		<title>Ano Novo</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 16:10:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Rabiscos]]></category>
		<category><![CDATA[crime]]></category>
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		<category><![CDATA[violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse texto foi escrito na madrugada do dia 01 de Janeiro/2010 &#8230; E eu esqueci de publicar. É a idade chegando&#8230; Mas tá aí&#8230; 4 da manhã e eu ainda sem sono&#8230; Pode ser a adrenalina que ainda não deve ter se dissipado em meu organismo, afinal depois de 28 anos eu finalmente entro pras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse texto foi escrito na madrugada do dia 01 de Janeiro/2010 &#8230; E eu esqueci de publicar. É a idade chegando&#8230; Mas tá aí&#8230;</p>
<p>4 da manhã e eu ainda sem sono&#8230; Pode ser a adrenalina que ainda não deve ter se dissipado em meu organismo, afinal depois de 28 anos eu finalmente entro pras estatísticas cariocas de tentativa de assalto. Na verdade a estatística mais interessante é a do ladrão, que agora faz parte do time dos trouxas que não conseguem finalizar um assalto decentemente. O Zé ruela para ao meu lado enquanto eu estava iniciando o streaming de vídeo dos fogos de Copacabana e diz: &#8220;<em><strong>Aí cara, sem alarde, passa a carteira e celular que eu tô armado aqui.</strong></em>&#8220;, calmamente eu fechei o programa, travei o iPhone e o coloquei no bolso, olhando diretamente nos olhos do meliante &#8211; que aparentava ter seus 30 ou 40 anos &#8211; e perguntei &#8220;<em><strong>O que?</strong></em>&#8220;, ele continuou &#8220;<em><strong>Anda cara, tô armado e pode complicar pra você</strong></em>&#8220;, enquanto levantava rapidamente sua camisa na tentativa de me convencer que tinha uma pistola ali. Um tubo ou alguma espécie de cano pintado ele tinha, agora de forma alguma era a coronha de uma pistola.</p>
<p>Minha família estava a menos de 3 metros de mim, mas nem os vi na hora&#8230; Minha namorada já tinha corrido pra eles e falava que eu estas sendo assaltado quando eu falei com o assaltante &#8220;<em><strong>Não vou entregar porra nenhuma, tá maluco?</strong></em>&#8221; Isso sem desfazer o contato visual, sem rir e o mais importante sem me mijar nas calças. Não tive medo, ele não estava armado, só queria praticar um furto rápido sem que a pessoa tivesse tempo de raciocinar. Só que ele escolheu a pessoa errada, eu não ajo por impulso, sempre raciocino antes, eu sabia que não estava bem equilibrado para enfiar a muleta nas fuças do safado, e sabia que ele não queria perder tempo comigo, nisso ele fez um movimento para sair de perto, só que meu irmão já vinha correndo em nossa direção, e o cara partiu em disparada&#8230; Meu irmão, meu pai e minha mãe saíram correndo atrás do cara, cada um por seu próprio motivo, meu irmão achou que ele tinha levado minha máquina fotográfica, meu pai queria ajudar meu irmão e minha mãe queria parar os dois&#8230; Mesmo eu berrando que o cara não tinha levado nada, só depois de um tempo que eles voltaram&#8230; O cara fugiu, e deve estar pensando &#8220;<em><strong>maldito barba ruiva, fudeu com a minha noite&#8230;</strong></em>&#8220;, e eu me peguei pensando&#8230; A noite estava tranqüila, eu nunca tive medo de assalto no Rio de Janeiro, uso meu iPhone em qualquer lugar, ônibus, metrô, van&#8230; O que leva uma pessoa a ir pra uma festa dessas com o intuito de roubar e estragar a noite dos outros? Não me digam que é um problema social&#8230; Se fosse, se o cara roubasse por necessidade, não assaltaria na virada do ano, não durante os fogos, muito menos uma pessoa de muletas na areia da praia&#8230; Penso que aquele cidadão, 1,75m +ou- 60Kg, negro, bigode feito, cabelo cortado, roubava por uma vida fácil&#8230; Um predador sem fome, que rouba por costume e comodidade&#8230; Pura malandragem e espirito de porco, querendo levar vantagem em cima de quem teoricamente não poderia reagir&#8230;</p>
<p>Não nego de forma alguma que vivemos um problema social no Rio de Janeiro, mas parte desses assaltos não se resolverá com educação, parte desse problema não se resolverá com oportunidades de emprego&#8230; Porque hoje eu vi, ao olhar bem nos olhos do antagonista, que ele faz porque quer e continuará fazendo sempre que tiver oportunidade, seja pela certeza da impunidade, seja por ser inconsequente.</p>
<p>O problema é sempre mais amplo do que conseguimos ver&#8230; E é bem verdade que se pudesse, eu teria enfiado a porrada no ladrão, não vou negar. Mas sei que isso não resolveria nada&#8230; Então afinal, como resolver?</p>
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		<title>No llores por mi, Argentina</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 10:10:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[buenos aires]]></category>
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		<description><![CDATA[Dizem que a primeira vez a gente nunca esquece, pode até ser verdade mas por via das dúvidas, é melhor anotar tudo. Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, dia 26 de Novembro de 2009. Gostaria de conhecer uma pessoa organizada a tal ponto que conseguisse dormir as 8 horas de sono recomendadas, na véspera de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dizem que a primeira vez a gente nunca esquece, pode até ser verdade mas por via das dúvidas, é melhor anotar tudo.</p>
<p>Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, dia 26 de Novembro de 2009. Gostaria de conhecer <strong>uma pessoa organizada a tal ponto que conseguisse dormir as 8 horas de sono recomendadas</strong>, na véspera de uma viagem, pois eu já desisti desse objetivo, sempre deixo tudo para a última hora e <strong>durmo no máximo 4 horas, não que eu durma mais que isso nos outros dias mas isso é outra história</strong>&#8230; Enfim, poucas horas de sono, e aquela espera interminável para embarcar me fizeram ter algumas alucinações, juro que <strong>vi um anão punk</strong> (<em>e depois de ter visto uma anã gótica no apagão que atingiu todo o sudeste do Brasil, começo a achar que é perseguição</em>).</p>
<p><a href="http://www.viniciuscosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/12/espera.jpg" rel="lightbox[918]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-925" title="Esperando" src="http://www.viniciuscosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/12/espera-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Tentei afastar esses pensamentos de minha cabeça e me concentrar na viagem, impossível com aquele lanche servido pela Gol&#8230; Tudo bem que eu sou um dos poucos que não gostam de alface e tomate, mas eu <strong>duvido que existam muitas pessoas que gostem de comer um pão velho e gelado, com alface, tomate e queijo</strong>&#8230; Pepsi para beber mas&#8230; Peraí!! Pepsi Light? Quem em sã consciência bebe essa aberração? Acho que eles queriam testar a eficácia dos saquinhos de vômito&#8230; Sorte que não houveram turbulências, mas muita sorte mesmo. Desconfio que o efeito de Pepsi Light com um pão velho e gelado, seja até mais catastrófico do que misturar Coca-Cola com Menthos&#8230;</p>
<p>Sobrevivi, e descemos em <strong>Buenos Aires, a cidade que todos falam que é a Paris da América do Sul</strong>&#8230; Só que ao invés de ter uma moeda que vale 3 vezes a nossa, tem uma economia quebrada com o peso argentino valendo R$0,48, ou seja, <strong>é a Paris da América do Sul porque nos sentimos ricos europeus por lá</strong>. Claro, a arquitetura e o clima ajudam bastante, mas a economia é que deve ser o motivo principal para este &#8220;<em><strong>apelido</strong></em>&#8220;.</p>
<p>Já no hotel, enquanto a namorada colocava as malas no lugar, <strong>eu fui marcar meu território argentino</strong>, depois deitei na cama e fui avisado de que estávamos atrasados para nosso primeiro passeio, num parque repleto de rosas (<em>só fui saber isso quando cheguei lá</em>), andamos a tarde inteira, descobrimos uma galeria de arte (<em>Sivori</em>), shopping center e <strong>quando retornamos ao hotel é que percebi que estava com o zíper da calça aberto durante todo esse tempo</strong>. Foi então que entendi o motivo de toda argentina que eu vi, estar sorrindo pra mim. Elas me olhavam, sorriam e ficavam ruborizadas, e eu achando que estava fazendo sucesso em terras estrangeiras, estava era passando vergonha.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://farm3.static.flickr.com/2744/4149487760_e97d5f289c_b.jpg" rel="lightbox[918]"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2744/4149487760_e97d5f289c.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a></p>
<p><strong>Malabaristas desempregados existem em todos os cantos do mundo</strong>, e não é porque Buenos Aires possui uma arquitetura com influências européias que vai conseguir escapar desse mal&#8230; Os que foram rejeitados no Circo de Soleil também aproveitam os sinais espalhados pela principal avenida da cidade para tentar ganhar uns trocados. <strong>Me disseram que isso é por conta da crise, mas eu acho que é falta de talento mesmo</strong>&#8230; Enfim.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://farm3.static.flickr.com/2556/4149541566_1c84a47158_b.jpg" rel="lightbox[918]"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2556/4149541566_1c84a47158.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a></p>
<p>Próximo post será o relato sobre minha incansável busca por alfajores e por um pouco de sono.</p>
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		<title>Orientação</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 11:31:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Rabiscos]]></category>
		<category><![CDATA[caminho]]></category>
		<category><![CDATA[metas]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[objetivos]]></category>

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		<description><![CDATA[Se oriente meu irmão. Não deixe que a rotina te engula, nem que o ócio lhe prenda. Se liberte sem medo. Se oriente e encontre um novo caminho, pouco importa se é definitivo ou não. É sempre importante lembrar que a melhor parte é aproveitar o caminho que está sendo trilhado, ter em mente um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se oriente meu irmão.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2599/4148732307_86bef5d447.jpg" alt="" width="415" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Não deixe que a rotina te engula, nem que o ócio lhe prenda. Se liberte sem medo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2704/4154755150_945bf45805.jpg" alt="" width="300" height="400" /></p>
<p>Se oriente e encontre um novo caminho, pouco importa se é definitivo ou não. É sempre importante lembrar que a melhor parte é aproveitar o caminho que está sendo trilhado, ter em mente um objetivo, uma meta, mas deixar que esta chegue naturalmente, sem pressa.</p>
<p>Caso contrário, você nunca poderá apreciar a paisagem.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2744/4149487760_e97d5f289c.jpg" alt="" width="415" /></p>
<h5 style="text-align: left;"><strong>&#8220;<em>E onde a sorte há de te levar, saiba o caminho é o fim mais que chegar</em>&#8221; &#8211; The Next Time Around, Little Joy</strong></h5>
]]></content:encoded>
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		<title>Twitter</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 10:52:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Rápido aviso&#8230; Agora vocês já podem ver todo tipo de besteira que eu escrevo no Twitter diretamente aqui no blog&#8230; E daí, né?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rápido aviso&#8230; Agora vocês já podem ver todo tipo de besteira que eu escrevo no Twitter diretamente aqui no blog&#8230; E daí, né?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tenso</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 11:21:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[combinação]]></category>
		<category><![CDATA[paranóia]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sempre fico tenso quando sou o primeiro a chegar e mesmo 30 minutos depois do horário de início do trabalho, ainda sou o único a ter chegado. Fico com a sensação de que o pessoal todo combinou de não vir, e eu fiquei de fora do esquema&#8230; Paranóia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sempre fico tenso quando sou o primeiro a chegar e mesmo 30 minutos depois do horário de início do trabalho, ainda sou o único a ter chegado.<br />
Fico com a sensação de que o pessoal todo combinou de não vir, e eu fiquei de fora do esquema&#8230;</p>
<p>Paranóia.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Engano</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 22:10:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias (Sur)Reais]]></category>

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		<description><![CDATA[O ser humano é estúpido, e todo mundo sabe disso. O problema é que a cada dia que passa, a situação não melhora. Todo mundo já ligou por engano pra algum número de telefone, certo? É normal, acontece&#8230; Mas me expliquem o que leva uma pessoa a ligar QUASE TODO DIA para o mesmo número, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ser humano é estúpido, e todo mundo sabe disso. O problema é que a cada dia que passa, a situação não melhora.</p>
<p>Todo mundo já ligou por engano pra algum número de telefone, certo? É normal, acontece&#8230; Mas me expliquem o que leva uma pessoa a ligar <strong>QUASE TODO DIA</strong> para o mesmo número, já sabendo que ele está errado? Será que ela acha que num passe de mágica o telefone errado vai passar a ser o certo?</p>
<p>- Não minha senhora, não tem nenhum Carlinhos aqui. O número está errado.</p>
<p>- O número é xxxx-xxxx ?</p>
<p>- Não, a senhora ligou pra yyyy-yyyy.</p>
<p>- Ahh, me desculpa viu?</p>
<p>Da primeira vez você é educado, na segunda também, na terceira já nem tanto mas ainda se segura&#8230; Só que já fazem uns 3 meses que esse mesmo número liga para o meu celular. E você pensa que adianta não antender? Ela insiste, pelo menos umas 4 vezes&#8230; Das duas uma, ou na 5ª tentativa do dia ela percebe que errou o número, ou desiste de falar com o Carlinhos.</p>
<p>Sério, eu desisto de tentar entender. A sorte da senhora é que eu sou um cara calmo&#8230; Não me custa nada descobrir o endereço dela com o número de telefone e ficar berrando na porta de sua casa dizendo &#8220;<strong>CARLINHOS É O MEU BAGO!</strong>&#8220;. Mas eu sou um cara tranqïilo, pacífico&#8230;</p>
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		<title>Lata de sardinha</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 17:09:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias (Sur)Reais]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[abuso]]></category>
		<category><![CDATA[bizarro]]></category>
		<category><![CDATA[considerações]]></category>

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		<description><![CDATA[O blog tá uma bagunça ainda, e não tenho previsão de quando vou arrumar&#8230; Faltam os links, falta reduzir essa lista de posts antigos, falta voltar a postar com freqüência&#8230; E falta tempo, falta muito tempo livre pra fazer isso. Inspiração não falta, aliás nesses últimos dias tem acontecido tanta coisa que me renderia uns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O blog tá uma bagunça ainda, e não tenho previsão de quando vou arrumar&#8230; Faltam os links, falta reduzir essa lista de posts antigos, falta voltar a postar com freqüência&#8230; E falta tempo, falta muito tempo livre pra fazer isso.<br />
Inspiração não falta, aliás nesses últimos dias tem acontecido tanta coisa que me renderia uns <strong>3 meses de Histórias (<em>Sur</em>)Reais</strong> sem esforço&#8230; Taxistas malucos, motoristas de ônibus piores ainda e boate lotada&#8230;</p>
<p>Boate lotada? Pois é, acho que foi a situação mais bizarra dos últimos dias&#8230; Me respondam: O que leva uma pessoa a pagar caro para entrar em uma lata de sardinha <strong>CHEIA</strong>?</p>
<p>Pois é, aqui no <strong>Rio de Janeiro</strong> isso é moda agora&#8230; As &#8220;<em>melhores</em>&#8221; boates, as boates &#8220;<em>da moda</em>&#8220;, podem ser facilmente identificadas por terem 3 itens principais:</p>
<ol>
<li>Serem menores que meu quarto;</li>
<li>Estarem sempre lotadas, e na sua maioria de homens com camisas apertadas, daquelas que o tecido parece o rosto da Glória Menezes;</li>
<li>Serem mais caras que&#8230; Bem, mais caras que muita coisa. Com 2 ou 3 idas a uma boate dessas, dá pra sustentar uma família;</li>
</ol>
<p>Eu sei, sei que não é exclusividade carioca, mas eu moro aqui então estou falando do que vejo. Filas intermináveis, pessoas puxando o saco de seguranças pra conseguir entrar na frente, ou então pagando mais caro, só pra entrar primeiro&#8230; Não dá pra entender.</p>
<p>Pode ser que eu esteja ficando velho, mas acredito que a sensação de não conseguir respirar me incomodaria mesmo que eu tivesse 18 anos, e isso é o menor dos problemas&#8230; Pior do que não conseguir respirar é sentir bundas masculinas se esfregando em você. Não dá, simplesmente não dá&#8230; Tô ficando velho mesmo. Se fosse uma boate GLS (<em>ou GLBTTETC, ou seja lá a sigla que estão usando hoje em dia</em>) você até entenderia, eu não estaria lá, mas eu entenderia se alguém me falasse assim &#8220;Nossa, tava um esfrega-esfrega de bundas lá dentro&#8221;. Compreensível, não? Afinal, nenhum homem que estivesse lá poderia se incomodar&#8230;</p>
<p>Mas a questão não era essa, era uma boate dessas da modinha&#8230; Eu que já trabalhei de fotógrafo em boates achei que estivesse acostumado, mas descobri que estava mesmo era aposentado&#8230; Na minha época não era assim.</p>
<p>Estava eu lá, tentando me manter em pé e praticamente implorando para a minha namorada para irmos embora e um cidadão que estava atrás de mim (<em>de costas</em>) resolveu que seria uma boa começar a rebolar pra lá e pra cá&#8230; Direta-esquerda, direita-esquerda, dá um pulinho e repete, direita-esquerda, direita-esquerda&#8230; Tentei chegar pra frente, e quase derrubo um copo de uma mesa para anões que estava na minha frente (<em>a boate não tinha estilo japonês, mas as mesas eram para anões com certeza, pois batiam quase no meu joelho</em>), mas dei espaço para que o ser rebolativo pudesse soltar a franga o quanto quisesse&#8230;  Ledo engano achar que eu escaparia assim&#8230; O cidadão chegou pra trás e continuou rebolando, só que dessa vez me empurrando mais pra frente.</p>
<p>Vamos abrir um parênteses aqui. Espaço territorial, todo mundo tem o seu e quem não tem quer conquistar. Em eras passadas, isso era demarcado com urina, depois evoluímos para pedras, depois madeira, cercados, muros, cercas-eletrificadas e guaritas com seguranças. O importante é defender o espaço que você conquistou pela força ou com dinheiro.</p>
<p>Era isso que o jovem mancebo estava querendo fazer, ou então estava com muita coceira no lombo, porque ele parecia estar rebolando num poste mesmo. Ele estava usando sua bunda para ganhar território e poder dançar mais. Percebem o quão idiota isto é? Rebolando com as mãozinhas para o alto, numa tentativa de sobreviver naquela selva&#8230; Patético, mas funcionou pois eu acabei saindo dali e tentava sair o mais rápido possível daquele lugar.</p>
<p>Outro detalhe importante a se considerar nesses ambientes é que&#8230; As mulheres não podem reclamar de nada, se você se mexer, vai acabar se esfregando em alguém e vai reclamar como? Da próxima vez pense melhor se vale a pena pagar um absurdo para entrar ali, ficar ouvindo aquela música-bate-estaca e sair fedendo a cigarro.</p>
<p>Por sorte eu não paguei, e nunca pagarei, não importa o quão rico eu for. Aliás quando eu for <strong>BEM</strong> rico, eu até pago pra entrar, mas vou resevar o lugar <strong>TODO</strong> pra mim, e só convidarei 10 ou 15 amigos, que deveria ser a lotação máxima daquele lugar e não 300 pessoas como eles colocam.</p>
<p>Sem contar que <span style="text-decoration: underline;"><em><strong>não respeitam a lei de não fumar em locais fechados</strong></em></span> e mesmo já estando dentro do restaurante anexo à boate, e ter gastado um bom valor no jantar, ainda é obrigado a esperar que a boate esvazie um pouco (<em>até agora não entendi isso, já que não cabia mais ninguém lá</em>). Deviam chamar aquele quartinho de <strong>Coração de Mãe</strong>.</p>
<p>Ahh sim, antes que perguntem, a boate à qual estou me referindo é a Boox, e não recomendo para ninguém! Cara demais, espaço de menos. Quer sair pra dançar no Rio? Vai pro <strong>Rio Scenarium</strong>, que até fica cheião, mas não daquele jeito, ou então pra <strong>Hard Rock</strong>, que apesar de tocar sempre as mesmas músicas na mesma seqüência, <strong>NUNCA</strong> fica lotada e ainda tem uma varanda maior do que minha casa inteira, suficiente para se respirar e relaxar. Sem contar que ambas cobram infinitamente menos que a Boox.</p>
<blockquote><p><strong>UPDATE:</strong> Empolgado com minha insatisfação com a boate, acabei esquecendo de dizer que a parte antes de entrar na boate propriamente, ou seja, o restaurante Boox é muito bom. Bom atendimento, boa comida e um ótimo clima aconchegante com sofás e cadeiras bem confortáveis, tão confortáveis que um amigo meu cochilou várias vezes até que finalmente conseguimos iniciar nossa jornada rumo à lata de sardinha no 2º andar e o resto vocês já sabem&#8230;</p></blockquote>
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		<title>Blogs e a monetização de opiniões</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 12:35:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>

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		<description><![CDATA[Já passou do ponto de ser chato ficar falando sobre isso. Está insuportável já, todo dia aparece mais uma campanha, mais blogueiros vendendo seus posts e mais pessoas reclamando e outras dizendo que é inveja. Não, não é inveja, é um misto de tristeza com indignação. Ora, se eu lia blogs por achar que eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já passou do ponto de ser chato ficar falando sobre isso. Está insuportável já, todo dia aparece mais uma campanha, mais blogueiros vendendo seus posts e mais pessoas reclamando e outras dizendo que é inveja. Não, não é inveja, é um misto de tristeza com indignação.</p>
<p>Ora, se eu lia blogs por achar que eles eram imparciais e muito mais ágeis que a imprensa tradicional, como vou continuar achando que eles são imparciais quando vendem suas opiniões? Não vou entrar aqui no mérito de falar que determinado blogueiro vai falar se não gostar do produto, pois eu duvido muito disso (<em>caso ele não goste, acho que é bem mais fácil ele não falar nada, justamente para não criar atritos com a empresa que o está contratando</em>).</p>
<p>O amigo Dahmer já resumiu <strong>BEM</strong> essa história: &#8220;<em><strong>Não é feio ganhar dinheiro. Feio é o dinheiro ganhar você</strong></em>&#8220;, e eu concordo com ele. Qual a dificuldade em colocar uma tarja (<em>por menor que seja</em>) no topo ou no final do post? É só escrever lá &#8220;Informe publicitário&#8221;, dói isso? Não, dão dói, tanto não doi que a <a href="http://papodehomem.com.br" target="_blank">Revista Papo de Homem</a> <strong>SEMPRE</strong> faz isso, é um compromisso que eles assumiram com seus leitores. E você acha que eles perderam com isso? Claro que não, muito pelo contrário, <strong>VÁRIAS</strong> empresas veiculam suas campanhas neste blog.</p>
<p>O que importa é o conteúdo, meus camaradas&#8230; Não me venham com esse papo de contextualizar a campanha, ou de que se falar que é post-pago o leitor não vai ler&#8230; Isso são desculpas que você deve ficar repetindo para tentar limpar sua consciência, pois no fundo você sabe que não quer colocar um aviso, por simples medo de perder a &#8220;<em><strong>credibilidade</strong></em>&#8220;, só que se pararmos para pensar, veremos que a tal credibilidade já está indo pro buraco.</p>
<p>Honestidade, não é isso que cobramos dos políticos? Ou vocês gostam de saber que determinado deputado ganhou um dinheiro por fora para aprovar uma determinada lei?</p>
<p>É legal escrever um post tão bem escrito que as pessoas não vão nem perceber que é uma propaganda? É sim, pois mostra todo o seu talento em produzir um bom texto, mas será que vai ser legal quando alguém finalmente descobrir? Será que seus leitores vão pensar: &#8220;<strong>Nossa, como esse blogueiro escreve bem! Me enganou por todo esse tempo!! Vou voltar aqui todos os dias</strong>&#8220;, ou será que vai ser: &#8220;<strong>Mas que FDP!! Então tudo o que li aqui, todos os comentários que deixei, a ligação que eu sentia com o autor, era tudo mentira? Desgraçado!!</strong>&#8221;</p>
<p>Tá, a última reação pode conter alguns exageros, mas é a sua credibilidade indo pro buraco.</p>
<p>E reparem bem, quando você aponta o &#8220;<strong>erro</strong>&#8221; (<em>ou deslize</em>), a primeira reação da pessoa é se revoltar, falar que é inveja, que você não tem mais o que fazer, e junto com ela aparecem seus amigos, dando palavras de apoio &#8220;<em><strong>Não liga pra isso! Você tem que ganhar dinheiro mesmo, seu trabalho é super bacana, isso é reconhecimento</strong></em>&#8220;, me desculpem as palavras mas&#8230; Reconhecimento é o meu ovo. Ovo de páscoa&#8230;</p>
<p>Eu daria um conselho melhor: Não ligue para o que os seus puxa-sacos falam. Simples assim (<em>e a Oi não me pagou pra falar isso</em>). Aproveite a crítica para rever seus conceitos, sem revolta, sem bater pézinho no chão, sem falar que todo mundo é bobo, feio e chato. Se quer ganhar dinheiro, se comporte como uma pessoa <strong>ADULTA</strong>! Encare as responsabilidade que o dinheiro traz, encare com honestidade!</p>
<p>Antes que falem, também não estou considerando blogueiros como imprensa. A imprensa <strong>NÃO PODE</strong> se vender (<em>pelo menos na teoria, né? Todos sabemos disso</em>), mas blogueiros têm um compromisso com seus leitores e fica feio enganar quem te sustenta (<em>ou você acha que as empresas vão continuar querendo anunciar com você quando sua visitação diminuir?</em>). Então, vamos ganhar dinheiro de uma forma simples e honesta? Seus leitores vão gostar, eu garanto&#8230; Vão continuar lendo seu blog, comentando seus textos, mas vão se sentir mais respeitados, quando você informar que está recebendo pra divulgar tal produto/campanha/promoção. Arrisco até dizer que vão ficar feliz por você estar recebendo o reconhecimento de um trabalho bem feito. Não sabem como fazer isso? <a href="http://papodehomem.com.br/campanha-pela-transparncia-online/" target="_blank">Campanha pela Transparência Online</a>, pronto!</p>
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