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	<title>[Spy Inc.]</title>
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		<title>Num bar</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 03:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Invenções]]></category>
		<category><![CDATA[Rabiscos]]></category>
		<category><![CDATA[conto]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;Uma segunda-feira fria, tão fria quanto o mais frio dos ventos que sopravam naquela praça. Talvez ainda mais fria, com certeza mais solitária. Ele queria paz, ela queria mais, ambos não se aguentavam mais&#8230; Na mesa ao lado, uma dupla de velhos amigos debate uma crônica, que por sinal foi muito mals escrita. Um deles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;Uma segunda-feira fria, tão fria quanto o mais frio dos ventos que sopravam naquela praça. Talvez ainda mais fria, com certeza mais solitária.</p>
<p>Ele queria paz, ela queria mais, ambos não se aguentavam mais&#8230; Na mesa ao lado, uma dupla de velhos amigos debate uma crônica, que por sinal foi muito mals escrita. Um deles começa a contar um conto que escreveu, e a explicar a simbologia existente na frase &#8220;carro velho no jaca&#8221;. Bêbados são divertidos&#8230; Duas mesas à frente, duas amigas fumam e bebem sucos. Lindas e solitárias, conversam, sorriem, mas parecem vazias, em busca de algo inatingível&#8230; Fumam tragando o tempo, uma esperando que a outra traga uma novidade&#8230; Uma espera vazia, interminável, infrutífera.</p>
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		<title>Boooom diaaaa Vietnã</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 22:56:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Trip]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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		<description><![CDATA[10:30 de viagem do Rio até Paris&#8230; 11:00 esperando a conexão em Paris&#8230; 14:00 de viagem até Ho Chi Minh&#8230; Bom, façam as contas. De todas essas horas de viagem, só devo ter dormido umas 6&#8230; Isso sem contar as 6 horas no aeroporto do Rio de Janeiro, tentando embarcar por conta da confusão gerada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>10:30 de viagem do Rio até Paris&#8230; 11:00 esperando a conexão em Paris&#8230; 14:00 de viagem até Ho Chi Minh&#8230; Bom, façam as contas.</p>
<p>De todas essas horas de viagem, só devo ter dormido umas 6&#8230; Isso sem contar as 6 horas no aeroporto do Rio de Janeiro, tentando embarcar por conta da confusão gerada pelo vulcão Eyjafjallajokull&#8230; Stress, cansaço, adrenalina. Você não sente fome, nem sede, quer apenas que tudo se resolva e você consiga chegar ao seu destino final sem maiores complicações&#8230; Bom, depois de embarcarmos as complicações realmente sumiram, <strong>principalmente depois de um Cabernet Sauvignon e alguns queijos franceses&#8230;</strong> Uma viagem bastante prazeirosa&#8230; Aliás, bem menos cansativa que as viagens de 2 horas que fazia pros congressos da UEE.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://farm5.static.flickr.com/4044/4546238053_cb8b27ab2e_b.jpg" rel="lightbox[1004]"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4044/4546238053_cb8b27ab2e.jpg" alt="" width="300" height="400" /></a></p>
<p>Em Paris só fomos até a Torre Eiffel e eu percebi que o<strong> inglês pode ser uma língua universal, mas só pra qualquer outro país que não seja a França</strong>. Je ne vous parle francè motherfucker!! Zilhões de camelôs na base da Torre, e muitos franceses passeando por lá também&#8230; Fomos até o topo e mermão, <strong>aquilo é alto PRA CACETE!!</strong> Um cuspe seca antes de chegar ao chão com certeza&#8230; Ou vira uma pedrinha de gelo e mata alguém, porque o frio que fazia também&#8230; 3 °C&#8230; E um vento digno de&#8230; &#8230; &#8230; Ahhh qualquer criatura mágica que tenha um bafo congelante.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://farm5.static.flickr.com/4019/4546262561_8e890cd6ff_b.jpg" rel="lightbox[1004]"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4019/4546262561_8e890cd6ff.jpg" alt="" width="300" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Abaixo vocês podem ver um pouco da visão lá do topo&#8230; Realmente muito bonito. O centro da cidade inteiro é bonito&#8230;</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://farm5.static.flickr.com/4019/4546262561_8e890cd6ff_b.jpg" rel="lightbox[1004]"></a><a href="http://farm5.static.flickr.com/4058/4546843100_b4e45a5554_b.jpg" rel="lightbox[1004]"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4058/4546843100_b4e45a5554.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a><br />
Nesse momento (<em>quando comecei a escrever esse texto</em>) ainda faltam 52 minutos para o avião descer em Bangkok, destino final de alguns passageiros deste vôo, e onde aguardaremos cerca de 1 hora para prosseguirmos até meu destino final: <strong>Saigon</strong> (<em>antigo nome de Ho Chi Minh</em>).</p>
<p>Ao meu lado, <strong>um francês que é a cara do Asterix</strong>, mas que com toda certeza do mundo está indo praticar turismo sexual com as pobres crianças de Bangkok. Cada um na sua, né? Sorte que minha barba o fez perceber que já sou velho demais, senão acho que ele teria abusado de mim enquanto eu cochilava&#8230;</p>
<p>Maldito francês explorador de criancinhas&#8230; Acabou se soltar um flato&#8230; Espero que pegue gonorréia ou qualquer outra DST bizarra dessas. Não se peida em avião pô&#8230; Falta de humanidade e respeito com o olfato alheio.</p>
<p>Ok. <strong>Eu quero uma aeromoça pra chamar de minha. Precisa nem ser japinha, mas se for ajuda&#8230; Ou francesa&#8230; Vietnamita ou Thailandesa também estão valendo&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://farm5.static.flickr.com/4053/4546239113_1a5b2e11ef_b.jpg" rel="lightbox[1004]"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4053/4546239113_1a5b2e11ef.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a><br />
</strong></p>
<p>Bom, é isso&#8230; Se der tempo, atualizo aqui de novo, mas o certo mesmo é ficar subindo as fotos pro FlickR: <a href="http://www.flickr.com/photos/spyboy" target="_blank">http://www.flickr.com/photos/spyboy</a></p>
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		<title>Inspire</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 21:36:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rabiscos]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou há um tempo pensando em como as pessoas são inspiradas. Como alguém pode inspirar outra pessoa? Com idéias? Com ideais? Com ações? Textos bonitos ou frases de efeito? Difícil, diria até que quase impossível encontrar uma fórmula que possa inspirar todos ao mesmo tempo. Pessoas diferentes se inspiram com coisas diferentes, e isso é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou há um tempo pensando em como as pessoas são inspiradas. Como alguém pode inspirar outra pessoa? Com idéias? Com ideais? Com ações? Textos bonitos ou frases de efeito? Difícil, diria até que quase impossível encontrar uma fórmula que possa inspirar todos ao mesmo tempo.</p>
<p>Pessoas diferentes se inspiram com coisas diferentes, e isso é óbvio porque elas são pessoas diferentes! Mas existem assuntos que conseguem fazer parte de um conjunto capaz de inspirar até pessoas com pensamentos opostos. Conquistas pessoais, a vitória de alguém que sofreu durante uma vida inteira&#8230; Isso sim inspira bastante gente, pelo simples fato de que eles também pensam estar passando por dificuldade e/ou acham que se aquela pessoa conseguiu superar todas as dificuldades, ela também é capaz. Mas isso é mentira, pois é, sinto muito lhe dizer, mas nem todos conseguem superar tudo. E o tempo também não cura tudo&#8230;</p>
<p>Mas não foi sobre isso que vim falar. Inspiração! <strong>Como inspirar pessoas?</strong> É preciso saber com quem você está falando, por isso eu diria que é até meio fácil fazer uma palestra para um público desses, pois já sabia o perfil de vocês antes mesmo de chegar aqui. Repare bem&#8230; De todas as palestras que vocês foram, as melhores foram as em que o palestrante falou individualmente com cada um de vocês. Podem lembrar&#8230;</p>
<p>É preciso uma conexão entre palestrante e platéia&#8230; E vocês podem achar isso óbvio, mas aposto que já foram a eventos que se arrependeram depois. Mas não foi sobre isso, exatamente, que eu vim aqui falar. Para inspirar é preciso estar inspirado, isso é óbvio? Talvez nem tanto para algumas pessoas que cismam em tentar vender uma idéia em que nem eles mesmo acreditam.</p>
<p>Acredito que a melhor forma de inspirar alguém é não tentar fazer isso. Encontre algo que realmente te envolva, entre de cabeça nessa profissão ou hobby, dedique-se. Quando você menos esperar, falará sobre aquilo com tamanha paixão que irá inspirar outras pessoas.</p>
<p>Um fato curioso sobre inspirar outras pessoas é que, na maioria dos casos, as pessoas até gostam de ver outras pessoas com problemas que parecem ser maiores que seus próprios. Mas será que a tragédia é realmente necessária? Você precisa sofrer ou se compadecer do sofrimento alheio para conseguir superar algo? A inspiração não pode vir do exemplo de alguém que já estava bem e ficou melhor? É preciso sofrer para que a lição seja válida? Me responda você&#8230; Você dá mais valor a histórias de sofrimentos e superação?</p>
<p style="text-align: left;">Vejam bem. Não confundam <strong>INSPIRAÇÃO</strong> com auto-ajuda. Auto-ajuda é apenas uma forma que alguns autores encontraram de vender seus livros com pensamentos que nem eles acreditam, inspirar uma pessoa é muito mais que isso, é realmente provocar mudanças na pessoa e por consequência no mundo.</p>
<p style="text-align: left;">E basta inspirar? Ou a inspiração é algo passageiro? E a motivação? Você possui alguma história que julga ser inspiradora para outras pessoas?</p>
<p style="text-align: left;">Essas palavras não resolverão nada, a intenção é apenas inspirar novos pensamentos&#8230; Se vai funcionar? Depende de quem vai ler.</p>
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		<title>Nerdiosexualismo</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 04:31:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posterous]]></category>

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		<description><![CDATA[via youtube.com Escrito via web em Oh crap]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='posterous_autopost'>
<div class="posterous_bookmarklet_entry"> <object height="417" width="500"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YCMK2nelTUo&#038;hl=en&#038;fs=1" /></param><param name="wmode" value="window" /><param name="allowFullScreen" value="true" /></param><param name="allowscriptaccess" value="always" /></param><embed allowfullscreen="true" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/YCMK2nelTUo&#038;hl=en&#038;fs=1" allowscriptaccess="always" height="417" wmode="window" width="500"></embed></param></object>
<div class="posterous_quote_citation">via <a href="http://www.youtube.com/watch?v=YCMK2nelTUo">youtube.com</a></div>
</p>
</div>
<p style="font-size: 10px;">  <a href="http://posterous.com">Escrito via web</a>   em <a href="http://viniciuscosta.posterous.com/nerdiosexualismo">Oh crap</a>  </p>
</p></div>
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		<title>Action Figures</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 16:51:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posterous]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrito via web em Oh crap]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="posterous_autopost">
<p><a href="http://posterous.com/getfile/files.posterous.com/viniciuscosta/hpyvjglJxJpzwGGjdteanoIkqEbfmAqfClovyxHioyHctfFdCvChmfrnvzsj/IMG_0004.jpg.scaled1000.jpg" rel="lightbox[959]"><img src="http://posterous.com/getfile/files.posterous.com/viniciuscosta/hpyvjglJxJpzwGGjdteanoIkqEbfmAqfClovyxHioyHctfFdCvChmfrnvzsj/IMG_0004.jpg.scaled500.jpg" alt="" width="500" height="667" /></a></p>
<p style="font-size: 10px;"><a href="http://posterous.com">Escrito via web</a> em <a href="http://viniciuscosta.posterous.com/action-figures">Oh crap</a></p>
</div>
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		<title>Ano Novo</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 16:10:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Rabiscos]]></category>
		<category><![CDATA[crime]]></category>
		<category><![CDATA[solução]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse texto foi escrito na madrugada do dia 01 de Janeiro/2010 &#8230; E eu esqueci de publicar. É a idade chegando&#8230; Mas tá aí&#8230; 4 da manhã e eu ainda sem sono&#8230; Pode ser a adrenalina que ainda não deve ter se dissipado em meu organismo, afinal depois de 28 anos eu finalmente entro pras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse texto foi escrito na madrugada do dia 01 de Janeiro/2010 &#8230; E eu esqueci de publicar. É a idade chegando&#8230; Mas tá aí&#8230;</p>
<p>4 da manhã e eu ainda sem sono&#8230; Pode ser a adrenalina que ainda não deve ter se dissipado em meu organismo, afinal depois de 28 anos eu finalmente entro pras estatísticas cariocas de tentativa de assalto. Na verdade a estatística mais interessante é a do ladrão, que agora faz parte do time dos trouxas que não conseguem finalizar um assalto decentemente. O Zé ruela para ao meu lado enquanto eu estava iniciando o streaming de vídeo dos fogos de Copacabana e diz: &#8220;<em><strong>Aí cara, sem alarde, passa a carteira e celular que eu tô armado aqui.</strong></em>&#8220;, calmamente eu fechei o programa, travei o iPhone e o coloquei no bolso, olhando diretamente nos olhos do meliante &#8211; que aparentava ter seus 30 ou 40 anos &#8211; e perguntei &#8220;<em><strong>O que?</strong></em>&#8220;, ele continuou &#8220;<em><strong>Anda cara, tô armado e pode complicar pra você</strong></em>&#8220;, enquanto levantava rapidamente sua camisa na tentativa de me convencer que tinha uma pistola ali. Um tubo ou alguma espécie de cano pintado ele tinha, agora de forma alguma era a coronha de uma pistola.</p>
<p>Minha família estava a menos de 3 metros de mim, mas nem os vi na hora&#8230; Minha namorada já tinha corrido pra eles e falava que eu estas sendo assaltado quando eu falei com o assaltante &#8220;<em><strong>Não vou entregar porra nenhuma, tá maluco?</strong></em>&#8221; Isso sem desfazer o contato visual, sem rir e o mais importante sem me mijar nas calças. Não tive medo, ele não estava armado, só queria praticar um furto rápido sem que a pessoa tivesse tempo de raciocinar. Só que ele escolheu a pessoa errada, eu não ajo por impulso, sempre raciocino antes, eu sabia que não estava bem equilibrado para enfiar a muleta nas fuças do safado, e sabia que ele não queria perder tempo comigo, nisso ele fez um movimento para sair de perto, só que meu irmão já vinha correndo em nossa direção, e o cara partiu em disparada&#8230; Meu irmão, meu pai e minha mãe saíram correndo atrás do cara, cada um por seu próprio motivo, meu irmão achou que ele tinha levado minha máquina fotográfica, meu pai queria ajudar meu irmão e minha mãe queria parar os dois&#8230; Mesmo eu berrando que o cara não tinha levado nada, só depois de um tempo que eles voltaram&#8230; O cara fugiu, e deve estar pensando &#8220;<em><strong>maldito barba ruiva, fudeu com a minha noite&#8230;</strong></em>&#8220;, e eu me peguei pensando&#8230; A noite estava tranqüila, eu nunca tive medo de assalto no Rio de Janeiro, uso meu iPhone em qualquer lugar, ônibus, metrô, van&#8230; O que leva uma pessoa a ir pra uma festa dessas com o intuito de roubar e estragar a noite dos outros? Não me digam que é um problema social&#8230; Se fosse, se o cara roubasse por necessidade, não assaltaria na virada do ano, não durante os fogos, muito menos uma pessoa de muletas na areia da praia&#8230; Penso que aquele cidadão, 1,75m +ou- 60Kg, negro, bigode feito, cabelo cortado, roubava por uma vida fácil&#8230; Um predador sem fome, que rouba por costume e comodidade&#8230; Pura malandragem e espirito de porco, querendo levar vantagem em cima de quem teoricamente não poderia reagir&#8230;</p>
<p>Não nego de forma alguma que vivemos um problema social no Rio de Janeiro, mas parte desses assaltos não se resolverá com educação, parte desse problema não se resolverá com oportunidades de emprego&#8230; Porque hoje eu vi, ao olhar bem nos olhos do antagonista, que ele faz porque quer e continuará fazendo sempre que tiver oportunidade, seja pela certeza da impunidade, seja por ser inconsequente.</p>
<p>O problema é sempre mais amplo do que conseguimos ver&#8230; E é bem verdade que se pudesse, eu teria enfiado a porrada no ladrão, não vou negar. Mas sei que isso não resolveria nada&#8230; Então afinal, como resolver?</p>
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		<title>Paisagens</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 15:57:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posterous]]></category>

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		<description><![CDATA[See and download the full gallery on posterous Escrito via web em Oh crap]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="posterous_autopost">
<p><a href="http://posterous.com/getfile/files.posterous.com/viniciuscosta/JpofnGfFyuwpineBCkBdeawcpexrrobGEiDuhulgvCwIBEphIxFlxdnElomq/IMG_0001.jpg.scaled1000.jpg" rel="lightbox[952]"><img src="http://posterous.com/getfile/files.posterous.com/viniciuscosta/JpofnGfFyuwpineBCkBdeawcpexrrobGEiDuhulgvCwIBEphIxFlxdnElomq/IMG_0001.jpg.scaled500.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a> <a href="http://posterous.com/getfile/files.posterous.com/viniciuscosta/nwezIsyggIgvJkqvzmAbrkwdwzyrkccoGFiuqbxbdmkyuArFIdgCgghxbafs/IMG_0002.jpg.scaled1000.jpg" rel="lightbox[952]"><img src="http://posterous.com/getfile/files.posterous.com/viniciuscosta/nwezIsyggIgvJkqvzmAbrkwdwzyrkccoGFiuqbxbdmkyuArFIdgCgghxbafs/IMG_0002.jpg.scaled500.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<div><a href="http://viniciuscosta.posterous.com/paisagens">See and download the full gallery on posterous</a></div>
<p style="font-size: 10px;"><a href="http://posterous.com">Escrito via web</a> em <a href="http://viniciuscosta.posterous.com/paisagens">Oh crap</a></p>
</div>
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		<title>Minimal</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 01:53:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posterous]]></category>

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		<description><![CDATA[via mnmal.tumblr.com Escrito via web em Oh crap]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="posterous_autopost">
<div class="posterous_bookmarklet_entry"><img src="http://posterous.com/getfile/files.posterous.com/viniciuscosta/EylsslqBcFCIFneEygAnlhhfJJxgzhevJFGEdmznkmnpuhzAqrnbrDHywBbp/media_http27mediatumb_DsygH.jpg.scaled500.jpg" alt="" width="388" height="497" /></p>
<div class="posterous_quote_citation">via <a href="http://mnmal.tumblr.com/post/386547566/i-felt-i-needed-to-repost-this">mnmal.tumblr.com</a></div>
</div>
<p style="font-size: 10px;"><a href="http://posterous.com">Escrito via web</a> em <a href="http://viniciuscosta.posterous.com/minimal-145">Oh crap</a></p>
</div>
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		<title>Crianças prodígio</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 07:07:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posterous]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
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		<description><![CDATA[Tem como alguém não gostar de odiar crianças prodígio? Crianças que decoram scripts e respondem tudo que os adultos politicamente corretos gostariam de não só responder, mas fazer também (mas só de mentirinha). Crianças que queriam acabar com o aquecimento global, mas ninguém explicou pra elas que ela terá que abrir mão do seu querido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem como alguém não <span style="text-decoration: line-through;">gostar de</span> <strong>odiar crianças prodígio</strong>? Crianças que decoram scripts e respondem tudo que os adultos politicamente corretos gostariam de não só responder, mas fazer também (<em>mas só de mentirinha</em>). Crianças que queriam acabar com o aquecimento global, mas <strong>ninguém explicou pra elas que ela terá que abrir mão do seu querido ar-condicionado, do carro que as leva para o shopping, e da maioria dos seus brinquedos</strong>. Ahh, elas são inteligentes para saber falar sobre aquecimento global e violência, mas não conseguem compreender o impacto das coisas em seu dia-a-dia ??</p>
<p>Já não gosto de discursos vazios, pessoas que adoram falar bonito e pregar a paz entre os humanos, mas no fundo tão mais interessados em passar aquela imagem de bom moço enquanto sorrateiramente eles entram no quarto de suas filhas e as convencem de que isso é pelo bem da humanidade&#8230; Tá bom, tá bom, nem sempre eles serão tarados ninfomanícos, mas acho que vocês entenderam a idéia geral.</p>
<p>Voltemos às crianças que decoram esses discursos e trabalham da mesma forma que bebês, que ao perceberem que chorando podem conseguir bebida, choram o tempo todo. Essas crianças percebem que falando bonito (<em>mesmo que não entendam</em>), ganham atenção dos adultos. <strong>And that&#8217;s what it&#8217;s all about&#8230;</strong></p>
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		<title>Os Nerds &#8211; Parte II</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 04:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias (Sur)Reais]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Invenções]]></category>
		<category><![CDATA[nerds]]></category>

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		<description><![CDATA[[Leia a primeira parte da história aqui] Depois de perder a virgindade, o agora ex-nerd não se torna burro, muito pelo contrário, logo após a primeira relação (e por mais alguns meses ou anos) todos os seus esforços são concentrados para conseguir repetir o ato, ele se torna um caçador. Um caçador patético e ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #339966;"><em><strong>[<a href="http://www.viniciuscosta.org/blog/2009/10/06/os-nerds/" target="_blank">Leia a primeira parte da história aqui</a>]</strong></em></span></p>
<p><strong>Depois de perder a virgindade</strong>, o agora ex-nerd não se torna burro, muito pelo contrário, logo após a primeira relação (<em>e por mais alguns meses ou anos</em>) <strong>todos os seus esforços são concentrados para conseguir repetir o ato</strong>, ele se torna um caçador. Um caçador patético e ainda sem as aptidões sociais necessárias para conseguir sexo constante, mas ainda assim um caçador. É como se ele se desligasse da Matrix e precisasse descobrir como andar de novo, e nesse momento os <strong>pesquisadores do Discovery Channel ficariam impressionados com os desdobramentos dessa mudança.</strong></p>
<p><strong>O ex-nerd pode tomar diversos caminhos em sua nova vida</strong>, porém vamos nos concentrar primeiramente em dois, e peço desculpas a todos mas farei apenas uma análise superficial dessas mutações. <strong>É bom lembrar também que essa mudança de hábitos depende única e exlusivamente da idade em que o nerd descobre o sexo</strong>, no caso do nosso amigo do exemplo anterior, com 40 anos ele não vai conseguir entrar pra academia e virar um marombeiro, mas ele com certeza não se interessará tanto por xadrez e certamente não terá toda a &#8220;<strong><em>paciência</em></strong>&#8221; do mundo para ver Harry Potter com o seu sobrinho mais novo (<em>paciência entre aspas porque os não-nerds acham que ele está fazendo aquilo por ser paciente e gostar de crianças, mas na verdade ele está quase molhando suas calças tamanha a sua alegria ao rever aquele filme pela quinquagésima terceira vez</em>). Mas vamos contrariar as estatísticas, <strong>vamos supor que um determinado indivíduo nerd conseguiu a proeza de perder a virgindade com 18 anos</strong> (<em>e eu estou contrariando MUITO as estatísticas e todos os estudos realizados com essa espécie, coloque mais uns 7 ou 8 anos aí e você terá a média de idade em que o nerd consegue perder a virgindade, não que ele não tenha tentado antes mas&#8230;</em>), basicamente ele vai <strong>escolher entre usar seu intelecto para formular teorias e planos para conseguir sexo novamente, ou vai abrir mão de tudo e tentar entrar pra academia</strong> e se juntar ao resto dos humanos.</p>
<p>Supondo que ele tenha escolhido o 2º caminho, ele pode ter uma distenção muscular devido aos anos de sedentarismo e aí desistir de vez e se trancar num quarto escuro com seus action figures, ou por algum milagre (<em>ou um gene recessivo</em>) ele consegue aguentar o tranco e seu corpo começa a passar por transformações. <strong>A cerveja e o Axé Music ajudam muito nesse processo de transformação</strong>, mas não pensem que esse é um processo imediato, ele ainda vai passar por dezenas de micaretas beijando apenas o rejeito de outros jovens mais preparados que ele, mas é a lei da sobrevivência. <strong>Ele não é um macho alfa</strong>, pode ser que um dia se torne mas ainda não é, e precisa se adaptar à sociedade&#8230; É um processo doloroso e quem sobrevive&#8230; Bem, <strong>depois de centenas de micaretas e litros de álcool, não sobram muitas capacidades cognitivas nesse indivíduo</strong> e todas as tentativas de entrevistas e estudos falharam miseravelmente. A atividade cerebral não era grande o suficiente para qualquer resultado proveitoso.</p>
<p>Agora que já sabemos o que acontece com o 2º grupo, podemos descartá-los, certo?<strong> Nosso foco é o 1º grupo</strong>&#8230; As transformações sofridas por um ex-nerd que decide tentar continuar sendo um nerd são bem dolorosas, de início é difícil compreender que você não faz mais parte daquele grupo, seus próprios amigos -<em>mesmo não sabendo que você não é mais virgem</em>- passam a te tratar diferente e <strong>você passa um bom tempo em uma espécie de limbo.</strong></p>
<p><strong>Tente contar a seus amigos que você não é mais virgem</strong>&#8230; Vamos lá, experimente&#8230; &#8230; Não deu muito certo, né? Diferente do que acontece em outros círculos sociais, no microverso nerd, quando alguém tenta <strong>compartilhar sua experiência sexual com seus amigos mais próximos ele é visto como alguém que está tentando humilhá-los</strong>, demonstrar superioridade, algo como:  &#8220;<em>E aí seus merdas? Continuam se excitando vendo a Chun-Li?</em>&#8220;.</p>
<p>A partir desse ponto, o ex-nerd precisa encontrar um novo círculo, e novamente as circunstâncias de sua vida decidirão qual caminho ele poderá escolher. Não pense que é uma escolha filosófica e difícil&#8230; Nada disso, bem longe disso. É muito simples, caso ele tenha dinheiro vira um geek, caso contrário um frustrado colecionador de revistinhas nacionais.</p>
<p>Mas que complicação! <strong>Afinal, o que é um geek?</strong> Um ex-nerd (<em>e ex-virgem</em>), que continua não fazendo muito sexo, mas em compensação tem <strong>zilhões de gadgets eletrônicos e uma inteligência acima da média</strong>. Você deve estar pensando: &#8220;<strong><em>Ora, então é a evolução natural do nerd.</em></strong>&#8221; e eu te digo que <strong>se existe algo que NÃO é natural, é um nerd perdendo a virgindade</strong>, então não é como um pokémon que participou de muitas lutas e evoluiu (<em>apesar disso também ser bem patético</em>), é mais como alguém desesperado em busca de uma identidade, ou o E.T. tentando ligar pra casa com um gravador e um guarda-chuva.</p>
<p><strong>Gadgets eletrônicos</strong> e a necessidade de estar sempre sabendo qual a última descoberta no meio científico, são os pontos principas desta nova vida. E é bem amplo assim mesmo, pode ser o cientista que estuda <strong>o sistema digestivo de uma larva ou então um chinês que &#8220;<em>criou</em>&#8221; o aPhone</strong><strong> </strong>(<em>acreditem, isso é REAL, um genérico do iPhone</em>), e se o assunto em questão envolver bluetooth, aí mesmo é que ele vai querer saber tudo que há para saber sobre o assunto.</p>
<p>Bom, acho que por hora chega de explicações, né? Creio que agora vocês conseguirão compreender um pouco melhor a história de Alexandre, o Pequeno:</p>
<p>1,58cm de altura. Desde seus 15 anos era essa a sua altura definitiva, não que isso o incomodasse, afinal ele já estava acostumado, mas era chato quando as mulheres bagunçavam seu cabelo e falavam &#8220;<strong><em>que gracinha</em></strong>&#8220;, e por mulheres eu estou dizendo as meninas de 16, 17 anos. Não que ele se importasse com isso também, já que ele já havia aceitado o fato de que ele seria &#8220;<strong><em>uma gracinha</em></strong>&#8221; para sempre, um nerd em miniatura condenado a ter suas bochechas apertadas por tias-avós pelo resto da vida. <strong><em><span style="text-decoration: underline;">Life&#8217;s though nigga</span></em></strong>, e ele sabia bem disso.</p>
<p>Sua rotina era bem simples, <strong>escola-biblioteca-curso de inglês</strong> (<em>ou espanhol, alemão, russo, mandarim&#8230; conforme terminava um, começava outro</em>) <strong>e voltava para casa</strong>. Sem grandes aventuras, stress ou correria que os humanos normais experimentavam. Para ele, a vida só valia a pena se pudesse estudar o máximo possível, como todo nerd que se preza, ele achava que mulheres eram apenas uma distração.</p>
<p>E aqui, nesse ponto da história, é preciso explicar que as <strong>pessoas não conseguem ver nada além do seu próprio microverso</strong>, não por arrogância de achar que seu microverso é superior aos outros, as pessoas simplesmente (<em>como se o conceito de microverso fosse simples&#8230;</em>) não conseguem compreender as necessidades alheias que sejam diferentes das suas. Agora multiplique isso por 10 e coloque essa característica em uma pessoa que não gosta de se relacionar com outros seres humanos&#8230; <strong>DING! Seu nerd particular acaba de sair do forno.</strong></p>
<p>Tentem compreender, ele não fazia por mal, mas Alexandre não conseguia notar as segundas intenções que a bibliotecária tinha com ele&#8230;</p>
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<dt><img title="Bibliotecária" src="http://www.viniciuscosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/10/bibliodisfarce.jpg" alt="Bibliotecária" width="260" height="260" /></dt>
<dt> </dt>
<h3><span style="color: #339966;"><em><strong><em><strong>[Continua...]</strong></em></strong></em></span></h3>
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