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	<title>[Spy Inc.] &#187; bizarro</title>
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		<title>Lógica</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 11:33:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Rabiscos]]></category>
		<category><![CDATA[bizarro]]></category>
		<category><![CDATA[considerações]]></category>
		<category><![CDATA[descobertas]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>

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		<description><![CDATA[Procurando por minhas velharias na internet, achei esse texto que eu tinha escrito em 2004&#8230; Resolvi postá-lo por aqui. Esse texto foi escrito para uma matéria da faculdade, algo como Argumentação de Artigos Científicos. A professora distribuiu uma série de frases e pediu para que criássemos argumentos baseados naquela frase, eu escolhi a frase &#8220;Isso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Procurando por minhas velharias na internet, achei esse texto que eu tinha escrito em 2004&#8230; Resolvi postá-lo por aqui. Esse texto foi escrito para uma matéria da faculdade, algo como Argumentação de Artigos Científicos.</strong></p>
<p><strong>A professora distribuiu uma série de frases e pediu para que criássemos argumentos baseados naquela frase, eu escolhi a frase &#8220;<span style="text-decoration: underline;">Isso não tem lógica</span>&#8221; e ela disse que era melhor escolher outra, já que aquela era muito difícil. Bom, como não gosto de que duvidem da minha capacidade, lancei um desafio, ia preparar um texto inteiro sobre aquela frase para a próxima aula e ela aceitou, provavelmente achando que um aluno de Ciência da Computação jamais conseguiria atingir um nível de abstração para falar sobre isso.</strong></p>
<p><strong>Entreguei o texto dois dias depois, e na aula seguinte, ela leu o texto em voz alta na turma, me parabenizando. Até eu sair da faculdade (2006), ela ainda usava esse texto em suas aulas, inclusive nos cursos de Humanas&#8230;</strong></p>
<p><strong>Chega de enrolar, e vamos ao texto:<br />
</strong></p>
<p>Lógica. Isso não tem lógica. O que não tem lógica? Tudo! Não existe lógica para que um computador funcione, não existe lógica para que a Terra gire ao redor do Sol, existe? Não para mim, nem para a própria Terra, afinal não foi ela quem criou essa &#8220;<em><strong>lógica</strong></em>&#8221; que diz que é a força gravitacional que a faz girar, ela pode muito bem ter pernas invisíveis e estar brincando de roda com outros planetas, alguém pode questionar essa minha lógica? Não, ela é minha, eu a criei dentro da minha mente, onde quem manda sou eu.</p>
<p>Um exemplo bem infantil devo confessar, mas é assim que se anula qualquer lógica pré-existente, criada por alguém e aceita por todos. Alguém disse que o computador é a máquina mais exata que existe e que sua &#8220;<strong><em>lógica</em></strong>&#8221; não falha, todos aceitaram isso. Ninguém questionou o fato de o computador transformar algo físico (<em>uma foto, por exemplo</em>) em algo abstrato (<em>números binários que combinados mostram a foto na tela do computador</em>), para isso basta apenas digitalizar a foto, utilizar o scanner, mas que lógica há nisso? Que bruxaria é essa que transforma papel e caneta em bytes? Alguém questiona o funcionamento do computador? Não! Pensar dá trabalho e as pessoas aceitam qualquer coisa que os &#8220;<em><strong>cientistas</strong></em>&#8221; dizem que é real, e por isso que o computador funciona tão bem, as pessoas apenas o aceitam, se o questionassem e formulassem outra &#8220;<em><strong>lógica</strong></em>&#8221; para o seu funcionamento quem sabe não surgiria algo revolucionário?</p>
<p>Não há lógica também para a mente humana, como é possível que uma pessoa ame loucamente outra a ponto de matá-la? Como alguém pode sorrir para você e no minuto seguinte te acertar um tapa na cara? Que lógica há na mente de alguém que gosta de outra, mas não sabe nem o seu nome? Para mim não existe lógica nisso, mas e para quem está sentindo? Será que existe? Será que ela se importa?</p>
<p>No final, não existe lógica para que eu esteja escrevendo esse texto sobre lógica, já que ele provavelmente só fará sentido para mim e todos os outros que o lerem dirão &#8220;<strong><em>Isso não tem lógica</em></strong>&#8220;.</p>
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		<title>Lata de sardinha</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 17:09:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias (Sur)Reais]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[abuso]]></category>
		<category><![CDATA[bizarro]]></category>
		<category><![CDATA[considerações]]></category>

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		<description><![CDATA[O blog tá uma bagunça ainda, e não tenho previsão de quando vou arrumar&#8230; Faltam os links, falta reduzir essa lista de posts antigos, falta voltar a postar com freqüência&#8230; E falta tempo, falta muito tempo livre pra fazer isso. Inspiração não falta, aliás nesses últimos dias tem acontecido tanta coisa que me renderia uns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O blog tá uma bagunça ainda, e não tenho previsão de quando vou arrumar&#8230; Faltam os links, falta reduzir essa lista de posts antigos, falta voltar a postar com freqüência&#8230; E falta tempo, falta muito tempo livre pra fazer isso.<br />
Inspiração não falta, aliás nesses últimos dias tem acontecido tanta coisa que me renderia uns <strong>3 meses de Histórias (<em>Sur</em>)Reais</strong> sem esforço&#8230; Taxistas malucos, motoristas de ônibus piores ainda e boate lotada&#8230;</p>
<p>Boate lotada? Pois é, acho que foi a situação mais bizarra dos últimos dias&#8230; Me respondam: O que leva uma pessoa a pagar caro para entrar em uma lata de sardinha <strong>CHEIA</strong>?</p>
<p>Pois é, aqui no <strong>Rio de Janeiro</strong> isso é moda agora&#8230; As &#8220;<em>melhores</em>&#8221; boates, as boates &#8220;<em>da moda</em>&#8220;, podem ser facilmente identificadas por terem 3 itens principais:</p>
<ol>
<li>Serem menores que meu quarto;</li>
<li>Estarem sempre lotadas, e na sua maioria de homens com camisas apertadas, daquelas que o tecido parece o rosto da Glória Menezes;</li>
<li>Serem mais caras que&#8230; Bem, mais caras que muita coisa. Com 2 ou 3 idas a uma boate dessas, dá pra sustentar uma família;</li>
</ol>
<p>Eu sei, sei que não é exclusividade carioca, mas eu moro aqui então estou falando do que vejo. Filas intermináveis, pessoas puxando o saco de seguranças pra conseguir entrar na frente, ou então pagando mais caro, só pra entrar primeiro&#8230; Não dá pra entender.</p>
<p>Pode ser que eu esteja ficando velho, mas acredito que a sensação de não conseguir respirar me incomodaria mesmo que eu tivesse 18 anos, e isso é o menor dos problemas&#8230; Pior do que não conseguir respirar é sentir bundas masculinas se esfregando em você. Não dá, simplesmente não dá&#8230; Tô ficando velho mesmo. Se fosse uma boate GLS (<em>ou GLBTTETC, ou seja lá a sigla que estão usando hoje em dia</em>) você até entenderia, eu não estaria lá, mas eu entenderia se alguém me falasse assim &#8220;Nossa, tava um esfrega-esfrega de bundas lá dentro&#8221;. Compreensível, não? Afinal, nenhum homem que estivesse lá poderia se incomodar&#8230;</p>
<p>Mas a questão não era essa, era uma boate dessas da modinha&#8230; Eu que já trabalhei de fotógrafo em boates achei que estivesse acostumado, mas descobri que estava mesmo era aposentado&#8230; Na minha época não era assim.</p>
<p>Estava eu lá, tentando me manter em pé e praticamente implorando para a minha namorada para irmos embora e um cidadão que estava atrás de mim (<em>de costas</em>) resolveu que seria uma boa começar a rebolar pra lá e pra cá&#8230; Direta-esquerda, direita-esquerda, dá um pulinho e repete, direita-esquerda, direita-esquerda&#8230; Tentei chegar pra frente, e quase derrubo um copo de uma mesa para anões que estava na minha frente (<em>a boate não tinha estilo japonês, mas as mesas eram para anões com certeza, pois batiam quase no meu joelho</em>), mas dei espaço para que o ser rebolativo pudesse soltar a franga o quanto quisesse&#8230;  Ledo engano achar que eu escaparia assim&#8230; O cidadão chegou pra trás e continuou rebolando, só que dessa vez me empurrando mais pra frente.</p>
<p>Vamos abrir um parênteses aqui. Espaço territorial, todo mundo tem o seu e quem não tem quer conquistar. Em eras passadas, isso era demarcado com urina, depois evoluímos para pedras, depois madeira, cercados, muros, cercas-eletrificadas e guaritas com seguranças. O importante é defender o espaço que você conquistou pela força ou com dinheiro.</p>
<p>Era isso que o jovem mancebo estava querendo fazer, ou então estava com muita coceira no lombo, porque ele parecia estar rebolando num poste mesmo. Ele estava usando sua bunda para ganhar território e poder dançar mais. Percebem o quão idiota isto é? Rebolando com as mãozinhas para o alto, numa tentativa de sobreviver naquela selva&#8230; Patético, mas funcionou pois eu acabei saindo dali e tentava sair o mais rápido possível daquele lugar.</p>
<p>Outro detalhe importante a se considerar nesses ambientes é que&#8230; As mulheres não podem reclamar de nada, se você se mexer, vai acabar se esfregando em alguém e vai reclamar como? Da próxima vez pense melhor se vale a pena pagar um absurdo para entrar ali, ficar ouvindo aquela música-bate-estaca e sair fedendo a cigarro.</p>
<p>Por sorte eu não paguei, e nunca pagarei, não importa o quão rico eu for. Aliás quando eu for <strong>BEM</strong> rico, eu até pago pra entrar, mas vou resevar o lugar <strong>TODO</strong> pra mim, e só convidarei 10 ou 15 amigos, que deveria ser a lotação máxima daquele lugar e não 300 pessoas como eles colocam.</p>
<p>Sem contar que <span style="text-decoration: underline;"><em><strong>não respeitam a lei de não fumar em locais fechados</strong></em></span> e mesmo já estando dentro do restaurante anexo à boate, e ter gastado um bom valor no jantar, ainda é obrigado a esperar que a boate esvazie um pouco (<em>até agora não entendi isso, já que não cabia mais ninguém lá</em>). Deviam chamar aquele quartinho de <strong>Coração de Mãe</strong>.</p>
<p>Ahh sim, antes que perguntem, a boate à qual estou me referindo é a Boox, e não recomendo para ninguém! Cara demais, espaço de menos. Quer sair pra dançar no Rio? Vai pro <strong>Rio Scenarium</strong>, que até fica cheião, mas não daquele jeito, ou então pra <strong>Hard Rock</strong>, que apesar de tocar sempre as mesmas músicas na mesma seqüência, <strong>NUNCA</strong> fica lotada e ainda tem uma varanda maior do que minha casa inteira, suficiente para se respirar e relaxar. Sem contar que ambas cobram infinitamente menos que a Boox.</p>
<blockquote><p><strong>UPDATE:</strong> Empolgado com minha insatisfação com a boate, acabei esquecendo de dizer que a parte antes de entrar na boate propriamente, ou seja, o restaurante Boox é muito bom. Bom atendimento, boa comida e um ótimo clima aconchegante com sofás e cadeiras bem confortáveis, tão confortáveis que um amigo meu cochilou várias vezes até que finalmente conseguimos iniciar nossa jornada rumo à lata de sardinha no 2º andar e o resto vocês já sabem&#8230;</p></blockquote>
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		<title>Metal Sex!</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 14:54:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias (Sur)Reais]]></category>
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		<description><![CDATA[Acho que a humanidade definitivamente nunca vai parar de me surpreender&#8230; Homem fica preso ao tentar fazer sexo com banco de metal]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que a humanidade definitivamente nunca vai parar de me surpreender&#8230;</p>
<h4><a href="http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL716107-6091,00-HOMEM+FICA+PRESO+AO+TENTAR+FAZER+SEXO+COM+BANCO+DE+METAL.html" target="_blank">Homem fica preso ao tentar fazer sexo com banco de metal</a></h4>
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