<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>[Spy Inc.] &#187; Tecnologia</title>
	<atom:link href="http://www.viniciuscosta.org/blog/tag/tecnologia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.viniciuscosta.org/blog</link>
	<description>WTF?</description>
	<lastBuildDate>Thu, 19 Aug 2010 18:31:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1-alpha</generator>
		<item>
		<title>Educação</title>
		<link>http://www.viniciuscosta.org/blog/2009/03/10/educacao/</link>
		<comments>http://www.viniciuscosta.org/blog/2009/03/10/educacao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 21:12:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.viniciuscosta.org/blog/?p=844</guid>
		<description><![CDATA[Não sei se vocês já ouviram falar do TED -não, não é aquele ursinho da Tectoy-, caso não conheçam, deixem-me explicar: TED é um evento, uma conferência, que acontece nos E.U.A. e começou em 1984, os assuntos iniciais eram Tecnologia, Entretenimento e Design (por isso o nome TED), só que com o passar dos anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se vocês já ouviram falar do <a href="http://www.ted.com" target="_blank">TED</a> -<em>não, não é aquele <a href="http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-80981928-_JM" target="_blank">ursinho da Tectoy</a></em>-, caso não conheçam, deixem-me explicar:</p>
<p><strong>TED</strong> é um evento, uma conferência, que acontece nos <strong>E.U.A.</strong> e começou em 1984, os assuntos iniciais eram <strong>Tecnologia, Entretenimento e Design</strong> (<em>por isso o nome TED</em>), só que com o passar dos anos os assuntos foram ficando cada vez mais variados. Eu diria que hoje o <strong>TED</strong> é um espaço para idéias, ou como eles mesmo dizem em seus vídeos: &#8220;<em><strong>Ideas worth spreading</strong></em>&#8220;, idéias que valem a pena espalhar, sobre os mais variados temas&#8230; Existe até um projeto de fazer o &#8220;<strong>TED Brasileiro</strong>&#8220;, mas ainda não estou levando muita fé nisso, vamos esperar&#8230; Depois do primeiro evento (<em>que vai se chamar <a href="http://www.bizrevolution.com.br/" target="_blank">EPICENTRO</a></em>), vamos ver como a coisa vai andar, até mesmo porque o cara que tá puxando esse evento parece estar o dia inteiro ligado em anfetaminas ou algo do gênero, suas frases sempre são agressivas (<em>não confundir com ofensivas</em>) e ele está sempre tentando fazer com que você veja a &#8220;<strong>paixão</strong>&#8221; que ele vê em determinado tema, acho isso admirável, mas confesso que fico sempre com um pé atrás quando algo é muito exagerado. Em todo caso, como eu disse, vamos esperar&#8230; Espero que dê certo.</p>
<p>Voltando ao <strong>TED</strong>&#8230;</p>
<p>Sempre que posso vejo algum vídeo deles e são realmente impressionantes. Claro que existem vídeos chatos, que não nos acrescentam em nada mas a maioria vale <strong>MUITO</strong> a pena gastar 30 minutos do seu dia vendo. Nem todos são grandes assim, por exemplo esses abaixo, no total são 19 minutos (<em>uma palestra dividida em 2 vídeos</em>) e fala sobre Educação, sobre o rumo que a educação está tomando no mundo inteiro.</p>
<p>Já parou pra pensar que, em qualquer lugar do <span style="text-decoration: underline;"><strong>MUNDO</strong></span>, a estrutura é sempre a mesma? A ênfase é sempre em matemática e línguas, depois em áreas sociais (<em>história, geografia</em>) e por último as artes? E que mesmo dentro das artes, dança e teatro ficam sempre em último lugar? Mas mesmo assim ainda existem peças de teatro que encantam o mundo por décadas&#8230; Imagine o que aconteceria se investíssemos mais nessas áreas?</p>
<p>Bom, é melhor que vocês vejam o vídeo&#8230;</p>
<p><!-- start insertion by YouTube Brackets, robertbuzink.nl --><span class="youtube"><object width="425" height="350" type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.youtube.com/v/yFi1mKnvs2w"> <param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yFi1mKnvs2w" /><param name="wmode" value="transparent" /></object></span><!-- end Youtube Brackets insertion --></p>
<p><!-- start insertion by YouTube Brackets, robertbuzink.nl --><span class="youtube"><object width="425" height="350" type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.youtube.com/v/0pn_oTIwy4g"> <param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0pn_oTIwy4g" /><param name="wmode" value="transparent" /></object></span><!-- end Youtube Brackets insertion --></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.viniciuscosta.org/blog/2009/03/10/educacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quem sou eu?</title>
		<link>http://www.viniciuscosta.org/blog/2008/05/21/quem-sou-eu/</link>
		<comments>http://www.viniciuscosta.org/blog/2008/05/21/quem-sou-eu/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 May 2008 13:55:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Rabiscos]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[descobertas]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[introspecção]]></category>
		<category><![CDATA[reconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[relações]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[timidez]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.viniciuscosta.org/blog/?p=786</guid>
		<description><![CDATA[Pelo visto minhas resenhas sobre o InterMinas vão demorar mais um pouco&#8230; Minha cabeça tem fervilhado com idéias, que são frutos do InterMinas, mas nada sobre os assuntos que lá foram discutidos, pelo menos não diretamente. O título desse post, acredito eu, já revela que esse não será um post sobre tecnologia, nem tendências&#8230; É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo visto minhas resenhas sobre o <a href="http://imasters.uol.com.br/interminas/2008/" target="_blank">InterMinas</a> vão demorar mais um pouco&#8230; Minha cabeça tem fervilhado com idéias, que são frutos do <a href="http://imasters.uol.com.br/interminas/2008/" target="_blank">InterMinas</a>, mas nada sobre os assuntos que lá foram discutidos, pelo menos não diretamente.</p>
<p>O título desse post, acredito eu, já revela que esse não será um post sobre tecnologia, nem tendências&#8230; É realmente uma pergunta que estou tentando responder há algum tempo.</p>
<p>Desde que me entendo por gente, eu gosto de &#8220;<em><strong>coisas eletrônicas</strong></em>&#8220;, controles remotos, videogames, computadores&#8230; Foi mais ou menos nessa seqüência que eu fui conhecendo e gostando das coisas&#8230; No primeiro computador que eu mexi, por exemplo, eu gostava quando meu pai fazia um algoritmo maluco lá, que colocava o computador para contar uma infinidade de números em seqüência, acho até que era um loop infinito. &#8220;<em><strong>Uma criança nerd</strong></em>&#8220;, você deve estar pensando&#8230; Nem tanto, mas acho que podemos me classificar assim.</p>
<p>O tempo foi passando, eu fui aprendendo a mexer sozinho, e esse mundo passou a ser natural pra mim, tanto que não tive dificuldades em 1994, quando ganhei meu primeiro modem (<em>um US Robotics Sportster 14.400</em>) e comecei a entrar no mundo virtual, óbvio que a Internet, como a conhecemos hoje, ainda não existia, e eu usava BBS (<em>Bulletin Board System</em>). Demorei pouco tempo para perceber como funcionava aquele esquema de troca de mensagens, e em muito pouco tempo 1 hora por dia não era o suficiente para mim, chegava a responder mais de <strong>500</strong> mensagens por dia, cheguei até a fazer parte do Ranking das pessoas que mais mandavam mensagens através do <strong>CentroIn BBS</strong> (<em>se me lembro bem, cheguei a ficar em 6º ou 7º lugar, com mais de cem mil mensagens enviadas</em>), não tinha tempo ruim mesmo&#8230; Entrava no meio das conversas, falava com todo mundo, participava até do fórum Varandão, para pessoas com mais de 40 anos, sendo que eu só tinha 14 ou 15 anos, e era bem recebido por lá, fazia amizades sem problema nenhum.</p>
<p>A coisa mudava de figura quando acontecia algum encontro do pessoal, no primeiro que fui (<em>sem exageros</em>), eu fiquei sentado em uma mesa, sozinho, durante quase 3 horas&#8230; Só no final do encontro é que duas pessoas vieram falar comigo, e mesmo assim eu conversei pouco. No segundo, eu já conversei um pouco mais&#8230; Teve um encontro que eu fui, e, por vergonha de falar com os outros, fiquei o tempo inteiro olhando pra televisão.</p>
<p>Do BBS, pulei pra Internet e era o terror das salas de <strong>bate-papo da UOL</strong> (<em>é eu sei, meu passado me condena</em>), depois fui pro <strong>mIRC</strong> e aí nada mais me segurou&#8230; Participava de 5 canais diferentes, fora as conversas privadas com umas 10 pessoas, o <strong>ICQ</strong> piscando o tempo inteiro e os e-mails sendo respondidos. E quando alguém organizava um encontro? Eu ia, mas não falava com quase ninguém, aliás, no primeiro encontro da galera do mIRC, eu só falei com 4 pessoas (<em>sendo que uma delas era o meu próprio irmão e outra era o dono da casa, meu melhor amigo hoje em dia</em>), e no churrasco haviam mais de 30 pessoas, bem mais&#8230; A coisa só foi melhorando com o tempo, quando os encontros passaram a ser mais freqüentes, e sempre com o mesmo pessoal, aí eu fui ganhando intimidade e conseguindo falar. Por mais que eu passasse meses falando com a pessoa pela internet, quando a via ao vivo, era como se fosse a primeira vez.</p>
<p>Isso não mudou, e eu nem sei se isso é bom ou ruim. Na Internet eu consigo ter &#8220;<strong>amizade</strong>&#8221; e &#8220;<strong>initimidade</strong>&#8221; com as pessoas em tempo recorde, converso e brinco como se fôssemos amigos há anos, mas sempre acontece um encontro, né? E aí volta tudo pra estaca zero. Eu reconheço que já melhorei bastante, já não sou tão bicho do mato e até consigo iniciar alguns diálogos de vez em quando, mas na maioria das vezes ainda fico esperando as pessoas virem falar comigo.</p>
<p>Sei também que eu não sou o único assim, acredito até que grande parte das pessoas (<em>com idades próximas à minha</em>) tenha o mesmo problema que eu, afinal, na Internet é muito fácil você falar qualquer coisa, e não é nem uma questão de fingir ser algo que você não é, aqui todos somos livres, não há contato visual, não há riscos. Acho que isso acontece porque faço parte de uma geração de transição, muitos da minha idade não gostam de internet, e apesar de usá-la desde muito jovem, fui educado por pessoas que não conheciam essas ferramentas de comunicação, bem ou mal eu ainda cresci em um mundo que as relações de amizade na vida real, eram feitas aos poucos, com convívio e tempo, ao mesmo tempo que na internet isso tudo estava mudando, e eu fui pego no meio dessa transição.</p>
<p>Acho que as formas de comunicação na internet sempre me fascinaram mais que qualquer coisa e por isso eu acabo &#8220;<em><strong>viciando</strong></em>&#8221; tão facilmente, mas por sorte sempre tenho <strong>alguém</strong> por perto pra puxar minha orelha ( <img src='http://www.viniciuscosta.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  ) e mostrar que tô abusando.</p>
<p>As crianças de hoje em dia, talvez, não tenham mais esse problema. Talvez os &#8220;<em><strong>amigos virtuais</strong></em>&#8221; se tornem &#8220;<em><strong>amigos reais</strong></em>&#8221; ao mesmo tempo e elas nunca venham a sentir esse tipo de vergonha que eu, e muitos outros, sentiram. É possível, não? Afinal, elas já nasceram com essa realidade &#8220;<em><strong>embutida</strong></em>&#8220;, é tão natural para eles quanto respirar é para a nossa geração. O grande problema é que cada vez mais as pessoas passam mais tempo na internet, e por mais que ela tenha facilitado a comunicação e a agilidade na troca de informações, de forma <strong>ALGUMA</strong> ela pode substituir o contato humano, nada pode substiruir o contato, o olho no olho. Felizmente, eu nunca fui tão maluco assim, de deixar de fazer as coisas pra ficar no computador conversando com pessoas à distância, mas confesso que foi por pouco que consegui escapar.</p>
<p>Então, eu sou isso tudo aí e muito mais. Sou online, mas também sou real, prefiro ser real do que virtual na verdade, mas é na internet que eu ganho meu sustento, e preciso saber das coisas que estão acontecendo na Internet, mas só por enquanto, só por enquanto&#8230; Gosto de usar internet, mas não quero passar a minha vida inteira por aqui, não por &#8220;<em><strong>obrigação</strong></em>&#8220;.</p>
<p>Esse texto está longe de definir tudo que sou, mas aos poucos eu chego lá. <img src='http://www.viniciuscosta.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.viniciuscosta.org/blog/2008/05/21/quem-sou-eu/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Questionamentos</title>
		<link>http://www.viniciuscosta.org/blog/2008/05/20/questionamentos/</link>
		<comments>http://www.viniciuscosta.org/blog/2008/05/20/questionamentos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 May 2008 12:26:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[abuso]]></category>
		<category><![CDATA[considerações]]></category>
		<category><![CDATA[correto]]></category>
		<category><![CDATA[inovações]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[uso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.viniciuscosta.org/blog/?p=785</guid>
		<description><![CDATA[Antes de prosseguir com os posts sobre o InterMinas, gostaria de falar um pouco sobre o Twitter, ferramenta extremamente utilizada durante o evento. Pois bem, eu já falei aqui sobre o Twitter, e gostaria de consertar e acrescentar alguns detalhes. Primeiro de tudo, quem escreve no Twitter está escrevendo pra quem está no Twitter também. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de prosseguir com os posts sobre o <strong><a href="http://imasters.uol.com.br/interminas/2008/" target="_blank">InterMinas</a></strong>, gostaria de falar um pouco sobre o <strong><a href="http://www.twitter.com" target="_blank">Twitter</a></strong>, ferramenta extremamente utilizada durante o evento.</p>
<p>Pois bem, eu já falei aqui sobre o <strong><a href="http://www.twitter.com" target="_blank">Twitter</a></strong>, e gostaria de consertar e acrescentar alguns detalhes.</p>
<p>Primeiro de tudo, quem escreve no <strong><a href="http://www.twitter.com" target="_blank">Twitter</a></strong> está escrevendo pra quem está no <strong><a href="http://www.twitter.com" target="_blank"><strong>Twitter</strong></a></strong> também. Dãããã, isso é óbvio, não? Não, não é.</p>
<p>As pessoas não escrevem apenas para quem está no <strong><a href="http://www.twitter.com" target="_blank">Twitter</a></strong>, escrevem pra quem está no <strong><a href="http://www.twitter.com" target="_blank">Twitter</a></strong> e estão dentro do mesmo contexto que ela, um ótimo exemplo disso foi o <a href="http://blogblogs.com.br/livestream/name/interminas2008" target="_blank">Livestream do BlogBlogs</a>, neste último <strong><a href="http://imasters.uol.com.br/interminas/2008/" target="_blank">InterMinas</a></strong>. Qualquer um que acessá-lo agora, não vai entender chongas, afinal, além de em 140 caracteres não ser possível escreve muita coisa, as pessoas ainda faziam comentários &#8220;<strong>com prazo de validade</strong>&#8220;, comentando exatamente o que acontecia naquele exato momento, sem se preocupar com o sentido das frases depois que a palestra acabasse.</p>
<p>E não estavam errados, afinal, a ferramenta também não lhe permite grandes estripulias. Porém, até mesmo quem estava acompanhando a tag #InterMinas (<em>usando o comando &#8220;<strong>track #interminas</strong>&#8220;, no </em><strong><a href="http://www.twitter.com" target="_blank"><strong>Twitter</strong></a></strong>), muitas vezes se via perdido, ou por não estar presente na palestra, ou por não conseguir acompanhar a velocidade com que as informações eram postadas. Durante o congresso, muitas vezes eu fui obrigado a fechar o Google Talk, já que toda hora aparecia um aviso de que alguém estava escrevendo algo, usando a tag #InterMinas.</p>
<p>O que acontece é que, quando você está ali, &#8220;<strong>twittando</strong>&#8221; o tempo inteiro, você nem percebe&#8230; É um vício mesmo, e é preciso moderação, não podemos ser dependentes da tecnologia, temos que aprender a usá-la, certo? Confesso que eu mesmo já estava usando o <strong><a href="http://www.twitter.com" target="_blank">Twitter</a></strong> muito mais do que o necessário, e falando muitas coisas que realmente não eram necessárias, mas, em minha defesa, era tudo pela empolgação do momento, você vai escrevendo, escrevendo&#8230;  E nem percebe que deixou de ser relevante. Enfim, é um assunto a se pensar, será que <strong>TUDO</strong> que você fala no <strong><a href="http://www.twitter.com" target="_blank">Twitter</a></strong> vale a pena ser falado? Tudo bem que o <strong><a href="http://www.twitter.com" target="_blank">Twitter</a></strong> é um ótimo lugar para entrar em contato rápido com as pessoas, mas se for só por isso, é melhor o <strong>MSN</strong>, não? Afinal, não tem limitação de caracteres.</p>
<p>O que eu quero dizer, basicamente, é: Tem gente que está abusando das tecnologias: <a href="http://www.twitterbrasil.org/2008/05/19/o-nascimento-do-primeiro-filho-em-140-caracteres/" target="_blank">Twittando o nascimento do filho</a></p>
<p>Acho que esse link aí em cima, demonstra como as pessoas estão ficando cada vez mais envolvidas e dependentes dessas ferramentas. Quando um filho nasce, você quer avisar a sua família, não? Ou você prefere que seus 458 &#8220;<em>seguidores</em>&#8221; no <a href="http://www.twitter.com" target="_blank"><strong>Twitter</strong></a> saibam? Quando um filho seu está pra nascer, ele é a prioridade, não? Ou você prefere <strong>ADIAR</strong> o nascimento do seu filho, por causa de trabalho?</p>
<p>É minha opinião pessoal, ok? O blog é meu, falo o que eu quiser e lê quem quiser também. Nada contra o cara que adiou o nascimento do filho e ficou &#8220;<em>twittando</em>&#8221; o nascimento do mesmo, mas eu acho que isso é exagero. Temos que ter um limite&#8230;</p>
<p>Outra coisa&#8230; As pessoas precisam <strong>APRENDER</strong> a usar a tecnologia. Não é porque algo me possibilita fazer alguma coisa, que eu vou necessariamente fazê-la. Já ouviram falar do <a href="http://live.yahoo.com/" target="_blank">Live Yahoo</a>? Existem outros serviços também, mas aparentemente, este é o mais utilizado. Basicamente ele faz uma vídeo-conferência, fazendo um broadcast da imagem capturada pela sua webcam, para toda a internet, através de um canal criado quando você loga no sistema. O pessoal do <a href="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/" target="_blank">Digital Paper</a> usa essa ferramenta todas as quartas-feiras, a partir das 19:30, para gravar o <a href="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/category/podcast" target="_blank">PodCast Digital Paper</a>, e é um excelente exemplo de uso. Ficam os dois lá, aparecendo na webcam, falando sobre os assuntos do <strong>PodCast</strong>, e o ouvintes podem ligar suas webcams também, fazendo palhaçadas para desconcentrar o <a href="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/" target="_blank"><strong>Canha</strong></a> e o <a href="http://www.aguinelopedroso.com"><strong>Aguinelo</strong></a>, ou para mostrar alguma coisa, além de, é claro, ter o chat onde podem fazer comentários sobre o assunto que está sendo falado.</p>
<p>Agora querem ver um péssimo exemplo do uso desta ferramenta? O pessoal que tentou fazer <strong>LiveStreaming </strong>pelo <a href="http://live.yahoo.com/" target="_blank">Live Yahoo</a>, <strong>DURANTE</strong> o <strong><a href="http://imasters.uol.com.br/interminas/2008/" target="_blank">InterMinas</a></strong>. Eu já falei que o <strong>Wi-Fi</strong> estava caindo direto, né? O que você acha que acontece quando as pessoas tentam transmitir <strong>VÍDEO</strong> por uma conexão que já não está tão boa? Pois é&#8230; E pra piorar, não era relevante&#8230; Que que me interessa ficar vendo o rosto de alguém durante a palestra? E<strong> NINGUÉM</strong> tinha uma webcam, suficientemente boa para conseguir mostrar o que estava acontecendo no palco, ou seja, completamente inútil.</p>
<p>Usar a tecnologia por usar, é um tanto quanto inútil, não? É como abrir a geladeira só pra ver o que tem dentro, sem pegar nada, nem água. Abre e fecha, só pra gastar energia. Há necessidade disso? Será que seu rosto é tão bonito a ponto de ficar sendo exibido durante uma palestra? Ainda mais quando isso pesa na conexão de todas as outras pessoas que estão na mesma palestra que você? Não vou mencionar nomes, pois quem fez isso até levou um &#8220;<em>esporro</em>&#8221; na hora, e também não é culpa dela, ela apenas se empolgou com a ferramenta, da mesma forma que as pessoas se empolgam com o <strong><a href="http://www.twitter.com" target="_blank"><strong>Twitter</strong></a></strong>. Só peço para que, por favor, não fiquem fazendo essas coisas, como se fosse uma demonstração de que você stá na <a href="http://www.viniciuscosta.org/blog/index.php/2008/05/09/inspiracao-parte-ii-a-lembranca/" target="_blank">frente do cometa</a>, isso não é a última palavra em tecnologia, e não deveria ser usada dessa forma.</p>
<h3><span style="color: #008000;">A grande causa disso tudo, é o foco social que a Internet está tendo hoje em dia. Redes sociais pipocando por todos os cantos, todos os dias, as pessoas querem porque querem pertencer a algum grupo, liderar alguma coisa, mas sem nenhum objetivo. Uma corrida desenfreada por estar lá na frente, fazendo coisas que os usuários comuns não fazem, sabendo de coisas que eles não sabem, como se isso te colocasse em uma espécie de patamar superior. Todos querem aparecer, mas pra que? Por que? Isso, nenhum deles pode responder&#8230;</span></h3>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.viniciuscosta.org/blog/2008/05/20/questionamentos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Inspiração &#8211; Parte II (A lembrança)</title>
		<link>http://www.viniciuscosta.org/blog/2008/05/09/inspiracao-parte-ii-a-lembranca/</link>
		<comments>http://www.viniciuscosta.org/blog/2008/05/09/inspiracao-parte-ii-a-lembranca/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 May 2008 14:06:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rabiscos]]></category>
		<category><![CDATA[atualização]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[criação]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.viniciuscosta.org/blog/?p=777</guid>
		<description><![CDATA[Lembrei o que eu queria falar. Se preparem porque o texto vai ser longo. Pois bem, visualizem esta situação: Turma de Pós-Graduação em Design Digital em um determinado Instituto no Rio de Janeiro. Se situaram? Imaginaram dezenas de webdesigners, marketeiros e designers gráficos trocando altas idéias sobre o futuro do design com o constante crescimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembrei o que eu queria falar. Se preparem porque o texto vai ser longo.</p>
<p>Pois bem, visualizem esta situação: Turma de <strong>Pós-Graduação em Design Digital</strong> em um determinado Instituto no Rio de Janeiro. Se situaram? Imaginaram dezenas de webdesigners, marketeiros e designers gráficos trocando altas idéias sobre o futuro do design com o constante crescimento da web?</p>
<p>Se conseguiram, parabéns, porque eu também só fiquei na imaginação. A Pós-Graduação está pra terminar, tenho apenas mais uma aula, mas isso pouco importa, o que eu quero falar é sobre as pessoas.</p>
<p>Se você opta por fazer uma <strong>Pós-Graduação em DESIGN DIGITAL</strong>, o que você espera aprender? Acho que a resposta é simples, não? Design aplicado à web seria o mínimo, certo? E a turma composta por profissionais da área, certo? E o que você faz quando descobre que 90% da turma não faz idéia do que é um blog? Não, não estou exagerando. O que você faz quando 97% da turma fica babando quando vê um vídeo do Microsoft Surface, com, digamos, uns 6 meses de atraso? O que esperar de uma turma que não é atualizada? Não vou generalizar, é claro, afinal conheci exceções lá, mas muito poucas.</p>
<p>Eu devia ter escrito isso há tempos atrás (<em>logo no início da Pós</em>), mas resolvi esperar pra ver no que ia dar. Uma pergunta que vocês devem estar fazendo é: &#8220;<em><strong>Mas tu tá falando de que, ô zé ruela? Você é desenvolvedor! Foi fazer Design Digital pra que?</strong></em>&#8220;, primeiro de tudo eu sou desenvolvedor, mas não me limito a desenvolver. Quando uma pessoa bate no peito e se rotula como apenas uma coisa, ela deveria sentar em um cantinho e começar a chorar, pois está se limitado e rejeitando todo o conhecimento que existe além daquele rótulo.</p>
<p>Sou desenvolvedor sim, mas tenho 2 blogs, <a href="http://www.projetobonsai.com" target="_blank">cuido de bonsai</a>, tenho namorada, vida social e opiniões sobre os mais diversos assuntos. Não quero e nem vou trabalhar com desenvolvimento pela minha vida inteira, aliás, eu só aprendi a programar por uma circunstância da vida mesmo (<em>quando trabalhava na Siemens, como WebDesigner e me pediram para montar um sistema</em>.<em> É, eu já trabalhei na Siemens.</em>). Evolução, saca?</p>
<p>Ontem senti um pouco de tristeza ao ouvir um colega de classe falando &#8220;<strong>Ahh, eu não tenho saco pra essas novas ferramentas não, pra mim já basta o Orkut. Senão vou ter que ficar o dia inteiro online pra me atualizar. Eu desenvolvo interfaces para que as pessoas fiquem usando o dia inteiro, mas não quero ser vítima de minha própria criação, nem tenho tempo para isso</strong>&#8220;.</p>
<p>A ferramenta em questão era o <a href="http://www.twitter.com" target="_blank">Twitter</a> (<em>que vai acabar virando modinha, mas ainda tem muito a oferecer</em>), e ele até teria um pouco de razão se:</p>
<ol>
<li><strong>Realmente ele fosse tão ocupado assim;</strong></li>
<li><strong>Realmente desenvolvesse alguma coisa interessante;</strong></li>
<li><strong>Realmente tivesse usado essas palavras (eu melhorei BASTANTE o que ele disse);</strong></li>
<li><strong>Realmente tivesse esse discernimento de organizar seu tempo;</strong></li>
</ol>
<p>O indivíduo em questão é estagiário (<em>ou foi efetivado há pouco tempo</em>) em uma empresa relativamente conhecida por profissionais do ramo. Diz ele que desenvolve interfaces para sistemas de intranet e sei lá mais o que, mas na verdade ele só monta em <strong>CSS</strong> o que a empresa que contratou a empresa em que ele trabalha mandou ele fazer. Ou seja, ele pode até tentar embelezar seu cargo, mas no fundo é peão, não tem liberdade de criação e ainda diz que desenvolve alguma coisa, como se ele tivesse tido a idéia. Outra coisa, nada do que ele faz vai pra Web mesmo, geralmente é intranet, ou seja, não atrái usuário nenhum, as pessoas só usam porque são obrigadas (<em>afinal, é uma ferramenta de trabalho</em>).</p>
<p>Não vou mencionar o fato deste indivíduo se julgar <strong>O</strong> sinistrão em quase tudo, achando que com seus 2 anos de mercado já sabe como ele funciona exatamente, considerando a única empresa em que trabalhou (<em>e ainda trabalha</em>) como padrão de mercado, como se ela tivesse todos os melhores profissionais do ramo.</p>
<p>Não tenho nada contra ele vestir realmente a camisa da empresa, acho que é por aí mesmo, valorizar o local que você trabalha e se vangloriar de seu trabalho, mas, como um profissional <strong>NOVO</strong>, de uma área que cresce constantemente, ele deveria estar mais antenado no que acontece ao seu redor, certo? Enquanto ele está trancado em seu cubículo, o mundo está girando em uma velocidade absurda lá fora, e negar que isso acontece é um suicídio profissional, afinal, quando ele sair da empresa (<em>ou for demitido</em>), vai ver o quanto perdeu, e vai ser difícil correr atrás.</p>
<p>Em contrapartida, um outro colega de classe tomou um rumo completamente diferente. Era dono de um <strong>bureau de impressão</strong> (<em>depois de falar umas 15 vezes que era uma gráfica, e ser corrigido, acabei aprendendo</em>), e ao ver que o trabalho havia se tornado mecânico, automático, burocrático e que existia um mundo <strong>IMENSO, REPLETO DE POSSIBILIDADES</strong> (<em>bonito, não?</em>), chutou o balde e virou freelancer. Mais tempo para aprender, mais oportunidades para abraçar, tecnologias para conhecer&#8230; Deu certo? Mas claro que deu! Tá fazendo freelances pra Globo.com, expandindo seu networking e evoluindo sempre. No início ele me olhava usando o Twitter e achava que era bobeira, e eu confesso que contribuí para isso, já que eu mesmo não conseguia colocar em palavras o que era e pra que servia aquilo, só que ele resolveu arriscar e hoje já virou um evangelizador (<em>nada de religião, ele só está espalhando o conhecimento</em>). Compreendeu perfeitamente o funcionamento da ferramenta, a praticidade e as vantagens que se tem ao utilizá-la, além de conseguir explicar bem melhor que eu pra que serve o <a href="http://www.twitter.com" target="_blank">Twitter</a>.</p>
<p>Aos que lerem esse post e se sentirem tentados a se inscrever no <a href="http://www.twitter.com" target="_blank">Twitter</a>, se você quer ficar batendo papo, ou conversando sobre coisas não ligadas à tecnologia e/ou web, é melhor procurar outro lugar. Lá, por enquanto, ainda é um lugar de pessoas que gostam desses assuntos, mas claro que não ficará limitada à isso pra sempre.</p>
<p>Hoje, você tem que estar lá na frente do cometa, tem que estar atualizado e saber o que está acontecendo. Não é apenas conhecer por conhecer, ficar naquela fissura de saber tudo que existe de mais moderno, mas é ter a consciência de que a falta de informação, pode te deixar de fora do mercado. Desde o início dos tempos é assim, se você acha que o seu conhecimento é suficiente para o resto da vida e que não precisa se atualizar, você vai dançar. A diferença é que hoje a informação corre muito mais rápido e você não tem como acompanhar tudo como antigamente, mas, felizmente existem grandes mentes pensando em como nos auxiliar nesta tarefa. Eis então que mentes brilhantes inventaram o RSS, para que pudéssemos agregar todo o conteúdo que queremos ler, em um único programa (<em>como o <a href="http://www.google.com/reader/" target="_blank">Google Reader</a>, por exemplo</em>), o <a href="http://www.twitter.com" target="_blank">Twitter</a> para facilitar a comunicação rápida entre pessoas (<em>você não precisa mais abrir o MSN ou mandar um e-mail com apenas uma linha escrita</em>).</p>
<p>Óbvio que você pode optar por não se atualizar assim, mas nesse caso ou você procura uma área de atuação que não precise de tanta atualização ou fica lá no final da cauda do cometa (<em>Long Tail</em>). Agora, se você trabalha e gosta de Web, você quer <a href="http://marcogomes.com/blog/2008/eu-faco-parte-da-revolucao/" target="_blank">fazer a revolução ou ler nos livros de história depois</a>?</p>
<p>Eu gostei de fazer a Pós-Graduação, mas gostaria mais se os outros alunos fossem mais atualizados, para que pudesse ocorrer uma troca de idéias mais interessantes. Consegui alguns freelances por lá (<em><strong>$$$$ </strong>Yeah, baby!</em>), fiz amizades e consegui &#8220;<em>converter</em>&#8221; algumas pessoas, inclusive algumas dessas pessoas vão para o <a href="http://imasters.uol.com.br/interminas/2008/" target="_blank"><strong>#InterMinas2008</strong></a> e para o <a href="http://www.arteccom.com.br/encontro/" target="_blank"><strong>13º Encontro de Webdesigners</strong></a> (<em>neste sábado, dia 10/05, no Hotel Glória &#8211; Rio de Janeiro</em>).</p>
<p>Essa Pós-Graduação me fez perceber algo que eu nem imaginava. Não quero ser programador e nem designer (<em>que era meu pensamento quando comecei a Pós</em>), quero entender esse mundo de transformações, conhecer as ferramentas e apresentar soluções para as pessoas. Saber das tendências em tecnologia, como otimizar tarefas e reduzir custos (<em>tanto em tempo quanto dinheiro</em>). Sei que sou bom nisso e gosto dessa área, agora só preciso arrumar uma vaga nesse perfil, simples não?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.viniciuscosta.org/blog/2008/05/09/inspiracao-parte-ii-a-lembranca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
